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        <title>O pensamento originário - removed</title>
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        <description>O pensamento originário

Data: 2025-03-18 05:54

Excertos do ensaio “O pensamento originário”, Revista Tempo Brasileiro n°47

PENSAMENTO ORIGINÁRIO é o título de um questionamento que procura pensar o pensamento dos primeiros pensadores gregos. TALES, ANAXIMANDRO e ANAXíMENES, ZENAO e XENÓFA­NEs, HERÁCLITO e PARMÊNIDES viveram aproximadamente entre os fins do século VII e os meados do século V antes de Cristo.</description>
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        <title>Fenomenologia – Hermenêutica</title>
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        <description>Fenomenologia – Hermenêutica
HusserlianaHeidegger GesamtausgabeEstudosTermos
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Novidades
ORDEM DE LEITURA DE HEIDEGGER (1982:23-24)NASCIMENTO DO FILHO NO DESAPEGO (PATROLOGIA) (ME:55-60)§46. DA VIOLÊNCIA À ANARQUIA (1982)§44. A CONTESTAÇÃO DOS &quot;NEGÓCIOS&quot; (1982)§43. A TRANSMUTAÇÃO DA RESPONSABILIDADE (1982)§41. O PROBLEMA DA VONTADE (1982)§40. O “A PRIORI” PRÁTICO (1982)TOTALIDADE IMPRÓPRIA (2008)TEMPO COMO SENTIDO DO SER (1982)SUJEITO TRANSCENDENTAL DE KANT (1996/2003:453-454)SURPREEND…</description>
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        <title>Onfray (2012) – Camus, genealogia de um filósofo</title>
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        <description>Onfray (2012) – Camus, genealogia de um filósofo

ONFRAY, Michel. L’ordre libertaire: la vie philosophique d’Albert Camus. Paris: Flammarion, 2012.

A idiossincrasia libertária

A intolerância quase orgânica à injustiça, mencionada por Albert</description>
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        <description>Onfray (2012) – Camus, experiência interior do comunismo

ONFRAY, Michel. L’ordre libertaire: la vie philosophique d’Albert Camus. Paris: Flammarion, 2012.

A desconstrução da lenda pedagógica e o paradoxo do aconselhamento político

A narrativa histórica rigorosa, quando contraposta à lenda dourada que envolve a relação entre Albert</description>
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        <title>O mundo é “espesso”</title>
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        <description>O mundo é “espesso”

(CamusMS)

Um degrau mais abaixo e eis a estranheza: dar-se conta de que o mundo é “espesso”, entrever até que ponto uma pedra é estranha, nos é irredutível, e com que intensidade a natureza ou uma paisagem pode nos negar. No fundo de toda beleza jaz alguma coisa de inumano e essas colinas, a doçura do céu, esses desenhos das árvores, eis que no mesmo instante perdem o sentido ilusório de que os revestimos, doravante mais longínquos que um paraíso perdido. A primitiva hostil…</description>
    </item>
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        <title>O homem se sente um estrangeiro</title>
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        <description>O homem se sente um estrangeiro

(CamusMS)

Qual é, portanto, esse sentimento incalculável que priva o espírito do sono necessário à vida? Um mundo que se pode explicar mesmo com parcas razões é um mundo familiar. Ao contrário, porém, num universo subitamente privado de luzes ou ilusões, o homem se sente um estrangeiro. Esse exílio não tem saída, pois é destituído das lembranças de uma pátria distante ou da esperança de uma terra prometida. Esse divórcio entre o homem e sua vida, entre o ator e …</description>
    </item>
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        <title>Camus – Herman Melville</title>
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        <description>Camus – Herman Melville

Naqueles tempos em que os baleeiros de Nantucket passavam muitos anos no mar, o jovem Melville (aos 22 anos) embarcou em um deles, depois num navio de guerra, e cruzou os oceanos. Ao retornar à América, publicou seus relatos de viagem com relativo sucesso, e seus grandes livros em meio à indiferença e à incompreensão. Após a publicação e o fracasso de The Confidence-Man (1857), Melville, desencorajado, “aceita a aniquilação”. Torna-se funcionário aduaneiro e pai de famíl…</description>
    </item>
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        <title>“Conheço isso”?</title>
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        <description>“Conheço isso”?

(CamusMS)

De quem e de que, de fato, posso dizer “conheço isso”? Este coração, em mim, posso experimentá-lo e julgo que ele existe. Este mundo, posso tocá-lo e julgo ainda que ele existe. Para aí toda a minha ciência, o resto é construção. Porque, se tento agarrar este eu de que me apodero, se tento defini-lo e sintetizá-lo, ele não é mais do que uma água que corre entre meus dedos. Posso desenhar um por um todos os rostos que ele sabe usar, todos aqueles também que lhe foram d…</description>
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        <title>Camus</title>
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        <description>Camus

ALBERT CAMUS (1913-1960)

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        <title>Para os existenciais, a negação é seu Deus</title>
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        <description>Para os existenciais, a negação é seu Deus

(CamusMS)

Eu tomo a liberdade de chamar agora de suicídio filosófico a atitude existencial. Mas isso não implica um julgamento. É uma maneira cômoda de designar o movimento pelo qual um pensamento se nega a si mesmo e tende a se ultrapassar naquilo que constitui sua negação. Para os existenciais, a negação é seu Deus. Exatamente: esse deus só se sustenta com a negação da razão humana. Mas, como os suicidas, os deuses mudam junto com os homens. Há dive…</description>
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