GA58 Grundprobleme der Phänomenologie (WS 1919-1920)
Grundprobleme der Phänomenologie (WS 1919-1920) [1992] — Problemas Fundamentais da Fenomenologia (1919-1920). KNS = Kriegsnotsemester
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VORBETRACHTUNG - Historische Uberschau als exoterische Feststellung der esoterischen Disposition des phänomenologischen Problembewußtseins
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ERSTER ABSCHNITT - Das Leben als Ursprungsgebiet der Phänomenologie
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Erstes Kapitel - Aufweis des Lebens als Problemsphäre der Phänomenologie
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Zweites Kapitel - Das faktische Leben als Mannigfaltigkeit sich ineinanderschiebender Bekundungsschichten
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ZWEITER ABSCHNITT - Phänomenologie ah Ursprungswissenschaft des faktischen Lebens an sich
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Erstes Kapitel - Wissenschaft als Bekundungszusammenhang eines Lebensgebietes
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Zweites Kapitel - Phänomenologische Bereitung des Erfahrungsbodens für die Ursprungswissenschaft vom Leben
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ANHANG A
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I. Rekonstruktion des Schlußteiles der Vorlesung aus Heideggers eigenen Aufzeichnungen
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II Beilagen
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A. Zum ausgearbeiteten Vorlesungsmanuskript
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B. Lose Blätter aus dem Umkreis der Vorlesung
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ANHANG B
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I. Ergänzungen zur ausgearbeiteten Vorlesung aus der Nachschrift von Oskar Becker
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II. Der Schlußteil der Vorlesung in der Nachschrift von Oskar Becker
tradução
PRELIMINAR
Visão histórica como constatação exotérica da disposição esotérica da consciência problemática fenomenológica
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§ 1. Anúncio preliminar da fenomenologia como ciência originária da vida em si
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a) O sentido da ideia de ciência originária
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b) A questão do início
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c) O problema do método
PRIMEIRA SEÇÃO - A vida como região de origem da fenomenologia
Primeiro capítulo - Exposição da vida como esfera problemática da fenomenologia
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§ 2. A ideia da ciência originária
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a) Ideia como determinação determinada
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b) A circularidade da ideia da ciência originária
§ 3. A solução proposta pela história da filosofia§ 4. A solução proposta pela atitude científica do filósofo§ 5. A solução proposta pela metafísica indutiva§ 6. A atitude fundamental fenomenológica como inserção na atitude de investigação científica e crítica§ 7. O problema da dação da região de origem§ 8. Delimitação provisória do conceito de vida em si-
a) Autossuficiência como forma de preenchimento da vida
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b) Multiplicidade das tendências vitais
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c) O caráter de mundo da vida
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d) A autoevidência da vida como problema radical de uma ciência originária da vida
§ 9. Novo arranque: o caráter de relevo da vida em siSegundo capítulo - A vida fática como multiplicidade de camadas de manifestação que se entrelaçam
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§ 10. O fenômeno da autossuficiência
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§ 11. Configurações de manifestação do mundo-próprio, mundo-compartilhado e mundo-circundante
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§ 12. A ciência como contexto de expressão da vida fática
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a) A estruturação das ciências históricas
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b) O contexto de manifestação das ciências da natureza
§ 13. Retorno ao ponto de partida da consideração: a vida fática em suas camadas de manifestação§ 14. Formas de expressão da autorreflexão-
a) Autobiografia
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b) Pesquisa biográfica
§ 15. A acentuação da vida fática em direção ao mundo-próprio-
a) A proeminência funcional do mundo-próprio
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b) O cristianismo como paradigma histórico para a transferência do centro de gravidade da vida fática para o mundo-próprio
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c) O caráter situacional do mundo-próprio
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d) Autossuficiência como caráter fundamental do mundo-próprio
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e) Retrospectiva sobre a direção fundamental da consideração
SEGUNDA SEÇÃO - Fenomenologia como ciência originária da vida fática em si
Primeiro capítulo - A ciência como contexto de manifestação de uma região da vida
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§ 16. Graus e momentos da gênese apriorística do contexto expressivo ciência
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a) O desenvolvimento da ciência a partir do mundo da vida fático
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b) A experiência em suas diversas modificações
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c) O solo de experiência da ciência
§ 17. Ciência como lógica concreta de um domínio objetivo§ 18. Ciência e sua referência às situações do mundo-próprio como tendência de desvitalização dos mundos da vida§ 19. Dificuldades com a ideia de fenomenologia como ciência originária da vida em si§ 20. Um problema fundamental da fenomenologia: a acessibilidade da região de origem a partir da vida fática-
a) A tendência diretiva: a compreensão da vida a partir de sua origem
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b) O teor específico de “como” da vida fática
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c) Primeira indicação do mundo-próprio como a região de origem procurada
§ 21. Problemas transmitidos na apropriação cognoscitiva do mundo-próprio-
a) A confusão não resolvida na determinação, significado e posição da psicologia
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b) Orientação histórica sobre as tendências de autodominação
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c) O conhecimento estritamente científico como motivo autêntico da psicologia moderna e sua inversão em inautêntico mediante a adoção de questionamentos e métodos das ciências naturais
Segundo capítulo - Preparação fenomenológica do solo de experiência para a ciência originária da vida
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§ 22. Exposição das tarefas do contexto de expressão teórico-científica a ser obtido do mundo-próprio. A questão da experiência fundamental do mundo-próprio
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§ 23. Novo esclarecimento da clareira problemática do conhecimento teórico-científico do mundo-próprio
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§ 24. O problema da obtenção da experiência fundamental do mundo-próprio
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§ 25. O caráter de significância do contexto concreto de experiência de vida
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a) A experiência de vida fática não destacada
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b) Significância como caráter de realidade da vida fática
§ 26. O tomar-conhecimento como fenômeno fundamental-
a) Tomar-conhecimento natural como objetivação não teórico-científica que se mantém no estilo do experienciar fático
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b) Determinação fenomenológica do tomar-conhecimento como modificação da atitude do experienciar fático
§ 27. Radicalização do tomar-conhecimento para o conhecer-coisa teórico como extinção do contexto específico de experiência fática-
a) Reapresentação dos caracteres fenomênicos antes e depois da modificação do tomar-conhecimento
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b) A extinção da prestação formadora de totalidade da experiência fática como ficção metodológica
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c) A ideia de coisidade como ideia diretriz da ciência
§ 28. Problema da objetividade coisal e o campo problemático da experiência fundamental específica§ 29. Filosofia - uma luta pelo método§ 30. Autênticos “graus” da compreensão pura§ 31. O caminho para o método fenomenológico e caracteres fundamentais da fenomenologia§ 32. História - vida - fenomenologia - (ontologia)§ 33. Tendência e motivo da objetivação psicológica§ 34. Caminhos e configurações da apreensão da vida§ 35. Fato§ 36. Pré-compreensão (experiência fundamental) - compreensão. Sua configuração na atitude fundamental fenomenológico-filosófica§ 37. Para a conclusão da preleçãoII. ANEXOS
A. Ao manuscrito da preleção elaborado
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Anexo 1
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Anexo 2
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Anexo 3
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Anexo 4
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Anexo 5
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Anexo 6 (Primeira versão do § 19)
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Anexo 7
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Anexo 8
B. Folhas avulsas do entorno da preleção
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Folha 1
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Folha 2
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Folha 3: Intuição fenomenológica
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Folha 4: Compreensão
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Folha 5: Objetividade - coisificação
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Folha 6: A “dação” do Eu e a superestimação de seu papel na fenomenologia
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Folha 7: Fenomenologia e vida - compreensão interpretativa - “tipo ideal” (Max Weber)
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Folha 8: Pontos de referência para a reelaboração
III. SUPLEMENTOS À PRELEÇÃO ELABORADA A PARTIR DO APONTAMENTO DE OSKAR BECKER
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Suplemento 1
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Suplemento 2
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Suplemento 3
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Suplemento 4
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Suplemento 5
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Suplemento 6
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Suplemento 7
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Suplemento 8
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Suplemento 9
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Suplemento 10
IV. A PARTE FINAL DA PRELEÇÃO NO APONTAMENTO DE OSKAR BECKER
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1. O conhecimento-coisa. Sua inadequação para apreender o mundo-próprio
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2. O problema da dação - crítica de Natorp e Rickert
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3. Primado da vida em si. - Nova questão sobre a experiência fundamental do mundo-próprio
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4. Observação sobre o prosseguimento da preleção
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5. Retrospectiva sobre o problema total: encontrar o caminho para a origem
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6. Crítica da “problemática transcendental”
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7. Retrospectiva sobre a análise da vida fática sob o aspecto da ciência originária
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8. Perspectiva sobre a “compreensão” pura
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9. Objeções contra a fenomenologia como “filosofia científica”
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10. A fenomenologia não é uma ciência de objetos
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11. Exemplo de uma crítica fenomenológica: “intuição” e “eidos”
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12. Caráter da compreensão fenomenológica. - Sua validade geral limitada
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13. Destruição crítica - conceitos de expressão e de ordenação
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14. Crítica da psicologia - de sua direção de atitude - de sua formação de conceitos
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15. Formulação radical do problema psicológico: o problema do “ter-se-a-si-mesmo”
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16. Crítica da “problemática transcendental” - o par conceitual: “forma - conteúdo”
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17. Redução fenomenológica
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18. A direção “mundana” da vida fática
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19. A familiaridade consigo mesmo
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20. O papel da recordação - A história como experiência guia da pesquisa fenomenológica
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21. Estruturação da problemática do ter-se-a-si-mesmo
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22. Os graus da compreensão fenomenológica
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23. O problema da relação entre “fato” e “sentido”
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24. O fático como expressão
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25. A situação como expressão do si-mesmo
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26. A espontaneidade do si-mesmo
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27. Sentido de referência, sentido de execução, sentido de conteúdo (ideia) como a estrutura originária da situação
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28. A vida-em-e-para-si ou a origem
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29. Os conceitos da filosofia. Sua dialética é dia-hermenêutica
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30. O “eu” platônico como atitude filosófica fundamental
POSFÁCIO DO EDITOR
original
VORBETRACHTUNG
Historische Überschau als exoterische Feststellung der esoterischen Disposition des phänomenologischen Problembewußtseins
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§ 1. Voranzeige der Phänomenologie als Ursprungswissenschaft vom Leben an sich
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a) Der Sinn der Idee der Ursprungswissenschaft
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b) Die Frage des Anfangs
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c) Das Problem der Methode
ERSTER ABSCHNITT - Das Leben als Ursprungsgebiet der Phänomenologie
Erstes Kapitel - Aufweis des Lebens als Problemsphäre der Phänomenologie
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§ 2. Die Idee der Ursprungswissenschaft
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a) Idee als bestimmte Bestimmung
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b) Die Zirkelhaftigkeit der Idee der Ursprungswissenschaft
§ 3. Die von der Geschichte der Philosophie vorgeschlagene Lösung§ 4. Die von der wissenschaftlichen Einstellung des Philosophen vorgeschlagene Lösung§ 5. Die von der induktiven Metaphysik vorgeschlagene Lösung§ 6. Die phänomenologische Grundhaltung als Sicheinstellen in die wissenschaftlich forschende Haltung und Kritik§ 7. Zum Problem der Gegebenheit des Ursprungsgebietes§ 8. Vorläufige Umgrenzung des Begriffes des Lebens an sich-
a) Selbstgenügsamkeit als Erfüllungsform des Lebens
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b) Mannigfaltigkeit der Lebenstendenzen
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c) Der Weltcharakter des Lebens
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d) Die Selbstverständlichkeit des Lebens als radikales Problem einer Ursprungswissenschaft vom Leben
§ 9. Erneuter Anlauf: der Reliefcharakter des Lebens an sichZweites Kapitel - Das faktische Leben als Mannigfaltigkeit sich ineinanderschreibender Bekundungsschichten
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§ 10. Zum Phänomen der Selbstgenügsamkeit
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§ 11. Bekundungsgestalten von Selbstwelt, Mitwelt, Umwelt
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§ 12. Wissenschaft als Ausdruckszusammenhang des faktischen Lebens
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a) Der Aufbau der historischen Wissenschaften
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b) Der Bekundungszusammenhang der Naturwissenschaften
§ 13. Rückkehr zum Ausgangspunkt der Betrachtung: das faktische Leben in seinen Bekundungsschichten§ 14. Ausdrucksformen der Selbstbesinnung-
a) Selbstbiographie
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b) Biographische Forschung
§ 15. Die Zugespitztheit des faktischen Lebens auf die Selbstwelt-
a) Die funktionale Betontheit der Selbstwelt
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b) Das Christentum als historisches Paradigma für die Verlegung des Schwerpunktes des faktischen Lebens in die Selbstwelt
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c) Der Situationscharakter der Selbstwelt
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d) Selbstgenügsamkeit als Grundcharakter der Selbstwelt
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e) Rückbesinnung auf die Grundrichtung der Betrachtung
ZWEITER ABSCHNITT - Phänomenologie als Ursprungswissenschaft des faktischen Lebens an sich
Erstes Kapitel - Wissenschaft als Bekundungszusammenhang eines Lebensgebietes
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§ 16. Stufen und Momente der apriorischen Genesis des Ausdruckszusammenhangs Wissenschaft
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a) Das Entwickchen der Wissenschaft aus der faktischen Lebenswelt
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b) Erfahrung in ihren verschiedenen Modifikationen
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c) Der Erfahrungsboden der Wissenschaft
§ 17. Wissenschaft als konkrete Logik eines Sachgebietes§ 18. Wissenschaft und ihr Bezug auf die Selbstweltsituationen als Tendenz der Entlebung der Lebenswelten§ 19. Schwierigkeiten mit der Idee der Phänomenologie als Ursprungswissenschaft vom Leben an sich§ 20. Ein Grundproblem der Phänomenologie: die Zugänglichkeit des Ursprungsgebietes vom faktischen Leben aus-
a) Die leitende Tendenz: das Verstehen des Lebens aus seinem Ursprung
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b) Der spezifische Wiegehalt des faktischen Lebens
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c) Erste Anzeige der Selbstwelt als das gesuchte Ursprungsgebiet
§ 21. Überlieferte Probleme in der erkenntnismäßigen Bemächtigung der Selbstwelt-
a) Die ungelöste Verwirrung in der Bestimmung, Bedeutung und Stellung der Psychologie
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b) Historische Orientierung über Tendenzen der Selbstmächtigung
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c) Die strengwissenschaftliche Erkenntnis als echtes Motiv der modernen Psychologie und seine Verkehrung ins Unechte durch Übernahme naturwissenschaftlicher Fragestellungen und Methoden
Zweites Kapitel - Phänomenologische Bereitung des Erfahrungsbodens für die Ursprungswissenschaft vom Leben
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§ 22. Exposition der Aufgaben des zu gewinnenden theoretisch-wissenschaftlichen Ausdruckszusammenhangs der Selbstwelt. Die Frage nach der Grunderfahrung der Selbstwelt
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§ 23. Erneute Verdeutlichung der Problemlichtung der theoretisch-wissenschaftlichen Erkenntnis von der Selbstwelt
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§ 24. Das Problem der Gewinnung der Grunderfahrung der Selbstwelt
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§ 25. Der Bedeutsamkeitscharakter des konkreten Lebenserfahrungszusammenhangs
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a) Die faktisch unabgehobene Lebenserfahrung
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b) Bedeutsamkeit als Wirklichkeitscharakter des faktischen Lebens
§ 26. Die Kenntnisnahme als Grundphänomen-
a) Natürliche Kenntnisnahme als im Stil des faktischen Erfahrerns sich haltende nicht theoretisch-wissenschaftliche Gegenständlichung
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b) Phänomenologische Bestimmung der Kenntnisnahme als Modifikation der Einstellung des faktischen Erfahrens
§ 27. Radikalisierung der Kenntnisnahme zum theoretischen Dingerkennen als Erlöschen des spezifisch faktischen Erfahrungszusammenhangs-
a) Vergegenwärtigung der phänomenalen Charaktere vor und nach der Modifikation der Kenntnisnahme
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b) Das Erlöschen der ganzheitsbildenden Leistung der faktischen Erfahrung als methodische Fiktion
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c) Die Idee der Dinglichkeit als Leitidee der Wissenschaft
§ 28. Problem der dinglichen Objektivität und das Problemfeld der spezifischen Grunderfahrung§ 29. Philosophie - ein Ringen um die Methode§ 30. Echte “Stufen” des reinen Verstehens§ 31. Der Weg zur phänomenologischen Methode und Grundcharaktere der Phänomenologie§ 32. Geschichte - Leben - Phänomenologie - (Ontologie)§ 33. Tendenz und Motiv psychologischer Vergegenständlichung§ 34. Wege und Gestalten der Erfassung des Lebens§ 35. Faktum§ 36. Vorverstehen (Grunderfahrung) - Verstehen. Seine Ausformung zur phänomenologisch-philosophischen Grundhaltung§ 37. Für SchlußvorlesungII. BEILAGEN
A. Zum ausgearbeiteten Vorlesungsmanuskript
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Beilage 1
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Beilage 2
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Beilage 3
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Beilage 4
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Beilage 5
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Beilage 6 (Erste Fassung des § 19)
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Beilage 7
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Beilage 8
B. Lose Blätter aus dem Umkreis der Vorlesung
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Blatt 1
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Blatt 2
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Blatt 3: Phänomenologische Anschauung
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Blatt 4: Verstehen
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Blatt 5: Objektivität - Verdinglichung
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Blatt 6: Die “Gegebenheit” des Ich und die Überschätzung seiner Rolle in der Phänomenologie
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Blatt 7: Phänomenologie und Leben - interpretatives Verstehen - “Idealtypus” (Max Weber)
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Blatt 8: Merkpunkte für die Umarbeitung
III. ERGÄNZUNGEN ZUR AUSGEARBEITETEN VORLESUNG AUS DER NACHSCHRIFT VON OSKAR BECKER
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Ergänzung 1
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Ergänzung 2
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Ergänzung 3
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Ergänzung 4
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Ergänzung 5
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Ergänzung 6
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Ergänzung 7
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Ergänzung 8
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Ergänzung 9
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Ergänzung 10
IV. DER SCHLUSSTEIL DER VORLESUNG IN DER NACHSCHRIFT VON OSKAR BECKER
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1. Die Dingerkenntnis. Ihre Ungeeignetheit zum Erfassen der Selbstwelt
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2. Das Problem der Gegebenheit - Kritik Natorps und Rickerts
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3. Primat des Lebens an sich. - Neue Frage nach der Grunderfahrung von der Selbstwelt
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4. Bemerkung über den Fortgang der Vorlesung
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5. Rückblick auf das Gesamtproblem: den Weg zum Ursprung zu finden
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6. Kritik der “transzendentalen Problematik”
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7. Rückblick auf die Analyse des faktischen Lebens unter dem Aspekt der Ursprungswissenschaft
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8. Vorblick auf das reine “Verstehen”
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9. Einwände gegen die Phänomenologie als “wissenschaftliche Philosophie”
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10. Die Phänomenologie keine Objektswissenschaft
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11. Beispiel einer phänomenologischen Kritik: “Anschauung” und “Eidos”
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12. Charakter des phänomenologischen Verstehens. - Seine beschränkte Allgemeingültigkeit
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13. Kritische Destruktion - Ausdrucks- und Ordnungsbegriffe
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14. Kritik der Psychologie - ihrer Einstellungsrichtung - ihrer Begriffsbildung
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15. Radikale Fassung des psychologischen Problems: das Problem des “Sich-selbst-Habens”
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16. Kritik der “transzendentalen Problematik” - das Begriffspaar: “Form - Inhalt”
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17. Phänomenologische Reduktion
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18. Die “weltliche” Richtung des faktischen Lebens
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19. Das Vertrautsein mit sich selbst
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20. Die Rolle der Erinnerung - Die Geschichte als Leiterfahrung der phänomenologischen Forschung
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21. Gliederung der Problematik des Sich-selbst-Habens
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22. Die Stufen des phänomenologischen Verstehens
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23. Das Problem des Verhältnisses von “Faktum” und “Sinn”
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24. Das Faktische als Ausdruck
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25. Die Situation als Ausdruck des Selbst
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26. Die Spontaneität des Selbst
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27. Bezugssinn, Vollzugssinn, Gehaltssinn (Idee) als die Urstruktur der Situation
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28. Das Leben-an-und-für-sich oder der Ursprung
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29. Die Begriffe der Philosophie. Ihre Dialektik ist Diahermeneutik
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30. Der platonische “Ego” als philosophische Grundhaltung
NACHWORT DES HERAUSGEBERS
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