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GA38 Logik als die Frage nach dem Wesen der Sprache

Logik als die Frage nach dem Wesen der Sprache (SS 1934) [1998] — LÓGICA - A pergunta pela essência da linguagem

Incluídas na edição integral das obras de Heidegger (Gesamtausgabe, tomo 38), as lições de Lógica vieram dar-nos a conhecer um momento de confrontação deste filósofo com a Lógica aristotélica e a sua tentativa de encontrar a linguagem originária na qual seja possível dizer o ser, agora já não pensado como “presença”, mas como acontecer histórico-temporal. (Irene Borges-Duarte)

  • EINLEITUNG - Aufbau, Herkunft, Bedeutung und notwendige Erschütterung der Logik
  • ERSTER TEIL - DIE FRAGE NACH DEM WESEN DER SPRACHE ALS GRUND- UND LEITFRAGE ALLER LOGIK
  • ZWEITER TEIL - DIE URSPRÜNGLICHE ZEIT ALS DER BODEN ALLER BISHERIGEN FRAGEN UND DIE WIEDERAUFNAHME DER FRAGEREIHE IN UMGEKEHRTER RICHTUNG

INTRODUÇÃO - Edificação, proveniência, significado e abalo necessário da lógica

  • § 1. A construção interna da lógica
    • a) Decomposição
    • b) Composição
    • c) Estabelecimento de regras
      • α) A identidade (Selbigkeit) do representado
      • β) A não-contradição
      • γ) A ordem do fundamento e da consequência
    • d) Consideração formal
  • § 2. A Lógica como propedêutica para todo o pensar. Gramática e lógica. História da lógica
  • § 3. Os três critérios usuais do juízo sobre o significado, utilidade e valor da Lógica
  • § 4. A tarefa necessária de um abalo da lógica
  • Recapitulação

PRIMEIRA PARTE - A pergunta pela essência da linguagem como pergunta fundamental e pergunta condutora de toda a lógica

  • § 5. Objeções contra o procedimento de tomar a pergunta pela essência da linguagem como princípio reitor e condutor da pergunta pela lógica
    • a) A linguagem como objeto da Filosofia da Linguagem
    • b) Restrição da lógica através da linguagem
    • c) A subordinação da linguagem: a linguagem como meio
    • d) A apreensão da linguagem - pré-formada pela lógica
  • § 6. Os dois modos do perguntar. O carácter da pergunta essencial como pergunta preliminar e as três perspectivas da pergunta essencial
  • Recapitulação

Primeiro Capítulo - A pergunta pela essência da linguagem

  • § 7. A linguagem - conservada no dicionário
  • § 8. A linguagem como acontecimento no diálogo
  • § 9. A linguagem - determinada a partir do modo de ser do homem. A resposta da metafísica

Segundo Capítulo - A pergunta pela essência do homem

  • Recapitulação
  • § 10. A recta colocação certa da pergunta preliminar. A pergunta pelo quê e pelo quem
  • § 11. O homem como um si mesmo
    • a) O eu - determinado pelo si mesmo e não inversamente
    • Recapitulação
    • b) O vós e o nós determinados pelo si mesmo e não pela mera pluralidade
    • c) O si mesmo é o gênero para o eu, o tu, o nós, o vós?
    • Recapitulação
  • § 12. O si mesmo e a perda de si mesmo
    • a) O perguntar errado - condicionado pela perda de si mesmo do ser humano
    • b) A pergunta “quem somos nós mesmos?” encerra uma primazia do nós?
    • c) Identificação externa e interna do nós
    • Recapitulação
  • § 13. “'Nós' somos o povo” em virtude da decisão
  • § 14. Resposta à primeira pergunta intercalar: o que é isso, um povo?
    • Recapitulação
    • a) Povo como corpo
    • b) Povo como alma
    • c) Povo como espírito
  • § 15. Resposta à segunda pergunta intercalar: o que significa decisão?
    • a) Decisão e estar decidido
    • b) A resolução como inserção do homem no acontecer futuro

Terceiro capítulo - A pergunta pela essência da história

  • § 16. A determinação da essência da história fundamentada no caractere da história da respectiva época. A essência da verdade - determinada através do Dasein histórico
  • § 17. A ambiguidade da palavra “história”
    • a) “História” como ingresso no passado. História natural
    • b) “História” como ingresso no futuro
  • § 18. O acontecer humano como o que se cumpre e permanece no saber e no querer: a notificação
  • Recapitulação
  • § 19. A relação entre história, notificação da história (historiografia) e ciência da história
  • Recapitulação
  • § 20. A história na sua relação com o tempo
    • a) História como o ter passado e como o sido
    • b) A primazia da descrição da história como passado
      • α) Concepção cristã do mundo e análise aristotélica do tempo
      • β) O passado como o concluído, o verificável, o explicável pelas causas
    • c) A objectivação da história pela ciência da história. O tempo como marco que está diante dos olhos
  • § 21. O ser do homem como histórico
    • a) “Somos” históricos?
    • b) A questionabilidade do ser do homem. Devir e ser
    • c) O ser histórico como um decidir-se continuamente renovado
    • Recapitulação
    • d) O sido é, como futuro, o nosso próprio ser

SEGUNDA PARTE - O tempo originário como o solo de todo o perguntar anterior e o retomar da série de perguntas em direção inversa

  • § 22. A mutação do nosso ser na sua relação com o poder do tempo. A responsabilidade
  • § 23. Refutação de dois equívocos
    • a) Não se trata de uma tomada de posição sobre a política atual, mas do despertar de um saber originário
    • b) Aquilo pelo que se pergunta não se deixa solucionar imediatamente
  • Recapitulação

Primeiro Capítulo - A historicidade do homem é experimentada a partir de uma relação modificada com o tempo

  • § 24. A experiência do tempo através da experiência da nossa determinação
    • a) Encargo e missão
    • b) Trabalho
    • c) O estar afinado pela tonalidade afetiva
  • § 25. A experiência originária e derivada do ser e do tempo. temporalidade e intra-temporalidade
  • Recapitulação
  • § 26. Discussão da objecção de que o tempo seria algo subjectivo, devido à nova determinação alcançada
    • a) Será que os animais têm um sentido do tempo?
    • b) A pergunta pelo carácter de sujeito do homem
      • α) A mudança moderna de significado de “sujeito” e “objeto”. O triplo desligamento do homem
      • Recapitulação
      • β) A nova posição metafísica fundamental do homem na prima philosophia de Descartes
    • c) A determinação moderna do ser humano como ser coisa, no sentido do mero estar diante dos olhos

Segundo Capítulo - A experiência da essência do homem, a partir da sua determinação

  • § 27. O entrelaçamento da tonalidade afetiva, trabalho, missão e encargo
    • a) Tonalidade afetiva. A relação entre tonalidade afetiva e corpo
    • b) Trabalho
    • c) Missão e encargo
  • § 28. A explosão do ser sujeito através da determinação do povo
    • a) O estar revelado originário do ente e a objetualização científica. Separação da vida animal e do ser histórico
    • b) O acontecer da história é em si notificação do estar revelado do ente. O conhecimento histórico como rebaixamento dos grandes instantes inaugurais
    • c) O Dasein histórico do homem como a resolução para o instante
    • d) O ser humano como cuidado: estar exposto no ente e entrega ao ser. Recusa da má interpretação de cuidado: cuidado como liberdade do ser si mesmo histórico
    • e) O Estado como o ser histórico do povo

Terceiro Capítulo - Ser humano e linguagem

  • § 29. A linguagem como o vigorar do centro do Dasein histórico do povo que constrói e conserva o mundo
  • § 30. A lógica como encargo ainda incompreendido do Dasein histórico do homem: o cuidado com o vigorar do mundo no acontecimento da linguagem
  • § 31. A poesia como linguagem originária
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