GA41 Die Frage nach dem Ding. Zu Kants Lehre von den transzendentalen Grundsätzen
Die Frage nach dem Ding. Zu Kants Lehre von den transzendentalen Grundsätzen (Wintersemester 1935/1936), ed. Petra Jaeger, 1984. / Qu’est-ce qu’une chose ?, trad. J. Reboul, J. Taminiaux, Paris, Gallimard, coll. « Tel », 1988. [GA41FR] / La Pregunta por la Cosa. Sobre la Doctrina de los Principios Transcendentales de Kant. Tr. José M. García Gómez del Valle. Madrid: Palamedes Editorial, 2009 [GA41ES] / Que é uma coisa? Doutrina de Kant dos princípios transcendentais. Lisboa: Edições 70 [GA41PT] / The Question Concerning the Thing. On Kant’s Doctrine of the Transcendental Principles. Tr. James D. Reid and Benjamin D. Crowe. London: Rowman & Littlefield, 2018 [GA41EN]
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VORBEREITENDER TEIL - Verschiedene Weisen, nach dem Ding zu fragen
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HAUPTTEIL - Kants Weise, nach dem Ding zu fragen
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Erstes Kapitel - Der geschichtliche Boden, auf dem Kants »Kritik der reinen Vernunft« ruht
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Zweites Kapitel - Die Dingfrage in Kants Hauptwerk
PARTE PREPARATÓRIA - Os diferentes modos de perguntar pela coisa
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§ 1. O questionar filosófico e científico
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§ 2. Os múltiplos sentidos em que se fala acerca de uma coisa
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§ 3. A especificidade da questão acerca da coisalidade, em face dos métodos científicos e técnicos
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§ 4. Experiência quotidiana e experiência científica da coisa; a questão da sua verdade
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§ 5. Singularidade e «istidade». Espaço e tempo como determinações da coisa
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§ 6. A coisa como «esta coisa»
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§ 7. Subjetivo-objetivo. A questão acerca da verdade
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§ 8. A coisa como suporte de propriedades
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§ 9. Estrutura essencial da verdade, da coisa e da proposição
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§ 10. Carácter histórico da determinação da coisa
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§ 11. Verdade — proposição (enunciado) — coisa
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§ 12. Historicidade e decisão
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§ 13. Resumo
PARTE PRINCIPAL - A maneira kantiana de questionar acerca da coisa
Primeiro Capítulo - O solo histórico no qual se apoia a Crítica da razão pura de Kant
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§ 14. A recepção da obra de Kant durante a sua vida; o neo-kantismo
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§ 15. O título da obra principal de Kant
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§ 16. As categorias como modos de enunciabilidade
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§ 17. logos — ratio — razão
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§ 18. A moderna ciência matemática da natureza e o nascimento de uma crítica da razão pura
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a) Caracterização da moderna ciência da natureza em face da antiga e medieval
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b) O matemático, mathesis
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c) O caráter matemático da moderna ciência da natureza; a primeira lei de Newton acerca do movimento
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d) Distinção entre a experiência grega da natureza e a moderna
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α) A experiência da natureza em Aristóteles e Newton
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β) A teoria do movimento em Aristóteles
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γ) A teoria do movimento em Newton
e) A essência do projeto matemático (a experiência da queda dos corpos, de Galileu)f) O sentido metafísico do matemático-
α) Os princípios: nova liberdade, auto-sujeição e autodeterminação
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β) Descartes: cogito sum; o eu como subjetum peculiar
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γ) Razão como fundamento supremo; princípio do eu e princípio de contradição
§ 19. História da pergunta pela coisa; recapitulação§ 20. A metafísica racional (Wolff, Baumgarten)Segundo Capítulo - A questão acerca da coisa na obra principal de Kant
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§ 21. O que significa «crítica» em Kant?
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§ 22. Conexão entre a Crítica da razão pura e o «Sistema de todos os princípios do entendimento puro»
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§ 23. Interpretação do segundo capítulo da Analítica Transcendental: «Sistema de todos os princípios do entendimento puro»
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a) O conceito de experiência em Kant
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b) A coisa como coisa da natureza
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c) A tripla estruturação da secção sobre o sistema dos princípios
§ 24. Do princípio supremo de todos os juízos analíticos. Conhecimento e objeto-
a) O conhecimento como conhecimento humano
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b) Intuição e pensamento como os dois elementos constitutivos do conhecimento humano
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c) A dupla determinação do objeto em Kant
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d) Sensibilidade e entendimento. Receptividade e espontaneidade
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e) A primazia aparente do pensar; o entendimento puro relacionado com a intuição pura
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f) Lógica e juízo em Kant
§ 25. A determinação kantiana da essência do juízo-
a) A doutrina tradicional do juízo
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b) A insuficiência da doutrina tradicional; a logística
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c) A referência do juízo ao objeto e à intuição. A apercepção
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d) A distinção kantiana entre juízos analíticos e sintéticos
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e) A priori — a posteriori
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f) Como são possíveis juízos sintéticos a priori?
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g) O princípio de contradição como condição negativa da verdade do juízo
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h) O princípio de contradição como formulação negativa do princípio de identidade
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i) A reflexão transcendental de Kant: lógica geral e transcendental
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j) Os juízos sintéticos a priori encontram-se necessariamente na base do conhecimento
§ 26. Do princípio supremo de todos os juízos sintéticos§ 27. Representação sistemática dos princípios sintéticos do entendimento puro-
a) Os princípios possibilitam a objetualidade do objeto; fundabilidade dos princípios
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b) O entendimento puro como fonte e como poder das regras. Unidade, categorias
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c) Os princípios matemáticos e dinâmicos enquanto proposições metafísicas
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d) Os axiomas da intuição
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α) Quantum e quantitas
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β) Espaço e tempo como quanta, como formas da intuição pura
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γ) A demonstração do primeiro princípio: todos os princípios se fundamentam no princípio supremo de todos os juízos analíticos
e) As antecipações da percepção-
α) Ambiguidade da palavra «sensação»; a doutrina da sensação e a moderna ciência da natureza
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β) O conceito kantiano de realidade; grandezas intensivas
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γ) A sensação entendida, por Kant, de modo transcendental; demonstração do segundo princípio
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δ) A estranheza das antecipações. Realidade e sensação
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ε) Princípios matemáticos e princípio supremo. Movimento circular da demonstração
f) As analogias da experiência-
α) Analogia como correspondência, como relação de relações, como determinação da existência
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β) As analogias como regras da determinação universal de tempo
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γ) A primeira analogia e a sua demonstração; a substância como determinação de tempo
g) Os postulados do pensamento empírico em geral-
α) Realidade objetiva das categorias: as modalidades como princípios sintéticos subjetivos
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β) Os postulados correspondem à essência da experiência; as modalidades estão relacionadas com a experiência e não com a possibilidade de pensar
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γ) O ser como ser dos objetos da experiência; as modalidades na sua relação com o poder de conhecer
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δ) Movimento circular da demonstração e comentários
h) O princípio supremo de todos os juízos sintéticos; o «entre»obra/ga41/start.txt · Last modified: by 127.0.0.1
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