- A metafísica pensa o ser do ente, mas não a diferença entre ser e ente.
- O ser ainda aguarda ser digno de ser pensado pelo homem.
- A essência humana é reduzida à *animalitas* pela metafísica, sem considerar sua *humanitas*.
- O esquecimento do ser se manifesta no tratamento do ente como objeto, confundindo ser e ente.
- A ética originária pensa a verdade do ser como morada do homem.
- A Monadologia busca explicar o ser do ente, tomando como exemplo o ser do questionador.
- O ser do questionador permanece ontologicamente não questionado.
- O nada não é um ente, mas pertence originariamente ao ser do ente.
- A pergunta pelo nada leva à questão metafísica do ser do ente.
- A verdade do ser está ligada ao desvelamento e ocultamento do ente.
- A pergunta pelo ser do ente é a questão fundamental da filosofia (metafísica).
- A obra de arte revela o ser do ente (ex.: um par de botas camponesas).
- A tradição ocidental interpreta o ser do ente a partir da matéria e forma.
- A arte é o pôr-em-obra da verdade do ser.
- A ciência moderna reduz o ser do ente à objetividade calculável.
- A imagem do mundo surge quando o ente é posto pelo homem como representação.
- Para os gregos, o ser não era representação, mas presença (*physis*).
- A experiência em Hegel é o ser do ente como manifestação da consciência.
- O “nós” (pensadores) participa da apresentação do ser como verdade absoluta.
- O ser do ente é vontade de poder, que instaura valores.
- A justiça, em Nietzsche, é a essência da vontade de poder como ordenação.
- O niilismo consumado revela o esquecimento do ser como valor.
- O pensar calculante reduz o ente ao disponível, ocultando o incalculável (o ser).
- O sacrifício do homem preserva a verdade do ser.
- O ser do ente é pensado como “risco” (*Wagnis*), onde o homem é o mais arriscado.
- A linguagem é a morada do ser, onde o homem arrisca o próprio ser.
- O “ser do ente” não é o ente, mas o que permite ao ente ser interpelado como tal.
- A metafísica é onto-teo-lógica: pensa o ser do ente como fundamento (Deus *causa sui*).
- O ser se manifesta como *logos*, *hypokeimenon*, substância e sujeito.
- O princípio de identidade (A = A) revela o ser do ente como unidade consigo mesmo.
- Parmênides: “Pensar e ser são o mesmo” (*to auto*).
- O esquecimento do ser é a experiência central de *Ser e Tempo*.
- O ser não é um ente, mas o que permite ao ente aparecer.