1. Nossos termos “possível” e “possibilidade” são pensados em oposição à “realidade”, baseados em uma interpretação metafísica do ser como actus e potentia.
2. Nietzsche questiona se o mundo dos desejos e paixões é a única “realidade” dada, sugerindo que o pensamento é apenas a relação entre essas pulsões.
3. Nietzsche substitui a subjetividade cartesiana (baseada na consciência) por uma subjetividade metafísica fundamentada no corpo.
4. O problema ontológico fundamental não se reduz à questão da “realidade” do mundo externo.
5. Nietzsche questiona se os axiomas lógicos correspondem ao real ou se são instrumentos para criar o conceito de “realidade”.
6. O liberado que retorna à caverna enfrenta o risco de sucumbir à “realidade” comum, que os prisioneiros tomam como única verdade.
7. A presença do ser pode ser mal interpretada como uma abstração diante do ente, visto como a única “realidade”.