INHALT
EINLEITUNG Vorbereitende Besinnung auf den Namen und das Wort ἀλήθεια und sein Gegenwesen. Zwei Weisungen des übersetzenden Wortes ἀλήθεια
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ERSTER TEIL Die dritte Weisung des übersetzenden Wortes ἀλήθεια: Der seinsgeschichtliche Bereich der Gegensätzlichkeit von ἀλήθεια und λήθη
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ZWEITER TEIL Die vierte Weisung des übersetzenden Wortes ἀλήθεια. Das Offene und das Freie der Lichtung des Seins. Die Göttin »Wahrheit«
Zusatz
Nachwort des Herausgebers
INTRODUÇÃO - MEDITAÇÃO PREPARATÓRIA COM O NOME E A PALAVRA aletheia E SUA ESSÊNCIA CONTRÁRIA. DUAS INDICAÇÕES DA TRADUÇÃO DA PALAVRA ALETHEIA
§ 1. A deusa “verdade”. Parmênides I, 22-32
a) O conhecimento usual e o saber essencial. Renúncia da interpretação usual do “poema doutrinário” através da atenção para a exigência do princípio
Recapitulação
1) Início e princípio. O pensar usual e o pensar originado pelo princípio. O retraimento diante do ser. O pouco do simples nos textos. Indicação para o “traduzir”
b) Duas indicações da tradução da palavra aletheia. O caráter conflitante do desencobrimento. Clarificação provisória da essência da aletheia e do retraimento. Transposição e tradução
Recapitulação
2) A questão do nome da deusa e como traduzi-lo. A essência da verdade como oposta ao encobrimento nas suas duas primeiras indicações. Des-“encobrimento” e “des”-encobrimento
PARTE I - A TERCEIRA INDICAÇÃO DE UMA TRADUÇÃO PARA A PALAVRA ALETHEIA: O ÂMBITO DE OPOSIÇÃO ENTRE ALETHEIA E LETHE NA HISTÓRIA DO SER
§ 2. Primeira meditação sobre a transformação da essência da verdade e de sua essência contrária
a) O caráter conflitante do des-encobrimento. A terceira indicação: a relação de contraposição à verdade. A ressonância da aletheia na subjetividade. Referência a Hegel e Schelling. Indicação de contraposições entre encobrimento e desencobrimento, falsidade e verdade
b) A pergunta pela essência contrária de alethes. A ausência de lethes e o pseudos. O encobrimento de significações fundamentais. A palavra contrária lathon e o lanthanomai pensado de modo grego. O esquecimento experimentado a partir do encobrimento. Homero, Ilíada XVIII, 46; X, 22; Odisseia VIII, 93
Recapitulação
To pseudos como o oposto de alethes. O parentesco de raiz entre as palavras aletheia e lanthano. Referência a Homero, Odisseia VIII, 93. O retraimento do esquecimento
§ 3. Clarificação da transformação da aletheia e da transformação de sua essência contrária (veritas, certitudo, rectitudo, iustitia, verdade, justiça - lethe, pseudos, falsum, incorreção, falsidade)
a) Os significados intrinsecamente diferentes de pseudos e “falso”. O âmbito do sentido essencial da palavra contrária constitui-se como um deixar aparecer na medida em que encobre. Referência a Homero, Ilíada B, 348s. O encobrimento desfigurador: o significado fundamental de pseudos. To apseudes: o que desencobre, e o alethes. Referência a Hesíodo, Teogonia, verso 233s. A ambiguidade de alethes
Recapitulação
1) A assim chamada correta tradução de pseudos por “falso”. A multiplicidade de significados de “falso” e pseudos. A desfiguração e dissimulação de pseudos na região da essência de encobrimento e desvelamento. Referência a Homero e Hesíodo
b) A palavra não-alemã “falso”. Falsum, fallo, sphallo. A primazia romana do “destruir” no processo de romanização da Antiga Grécia, implementado pelo imperium (comando) como fundamento essencial do iustum. A transposição de pseudos para o domínio romano-imperial do destruir. O evento real da história: o assalto da latinização no domínio greco-romano da história e a visão moderna do mundo grego com olhos romanos
Recapitulação
2) Reconsideração da essência do “falso”, do ocultamento e do “des-ocultamento” do pseudos. A vigência do “alto-comando” imperial romano e a amplitude da diferença entre pseudos e falsum
c) O imperial na forma do curial da cúria. A conexão entre “verum” e “verdadeiro”. O significado não-alemão de “verdadeiro” através do “verum” romano-cristão. Verum: o direito estabelecido como palavra contrária ao falsum. Verum e a-pertum; lathon e seu correlativo a alethes
d) A transformação na essência da aletheia desde Platão. A recepção da “representação” da aletheia através da homoiosis (como rectitudo da ratio) para dentro da veritas. A rectitudo (iustitia) da dogmática eclesiástica e a iustificatio da teologia evangélica. O certum e o “usus rectus” (Descartes). Referência a Kant. A conclusão do círculo da história da essência de verdade na transformação de veritas em “justiça” (Nietzsche). O aprisionamento da aletheia no bastião romano da veritas, rectitudo e iustitia
Recapitulação
3) O destinar-se da atribuição do ser: consideração retrospectiva da história em relação à transformação da essência da verdade. Os “balanços” da historiografia (Burckhardt, Nietzsche, Spengler). A “doação de sentido” da história na modernidade
4) O evento da conversão da essência da não-verdade do pseudos grego para o falsum romano. A plenificação da transformação da veritas em certitudo no século XIX. O auto-asseguramento da autocerteza (Nietzsche, Fichte, Hegel)
§ 4. A multiplicidade das oposições para o descobrimento no seu caráter essencial
a) A rica essência do ocultamento. Modos de ocultamento: apate, (methodos), keytho, krypto, kalypto. Homero, Ilíada XX, 118; Odisseia VI, 303; III, 16; Ilíada XXIII, 244. O poder desvelante do mythos e a questão das divindades gregas
b) A conexão entre mythos e as deidades gregas. terra, dia, noite e morte em relação ao desencobrimento. O misterioso como um dos modos do encobrimento. A exclusão da negatividade na falsidade e na des-locação como uma e única essência contrária à verdade
Recapitulação
Clarificação suplementar: o “caminho” do pensador que chega no “poema doutrinário”. A conexão entre a essência da deusa e os caminhos para e de sua casa. Caminho lateral e descaminho. A questão da outra essência contrária do descobrimento. A essência do descobrimento e retraimento expressa em palavra e mito. A perda da palavra como preservação da relação do ser com o homem. A transformação romana do to zoon logon echon em “animal” rationale. Referência a Kant, Nietzsche, Spengler. mythos, epos, logos
§ 5. A oposição a alethes: lathon, lathes. O evento da transformação do encobrimento que se retrai e o comportamento humano do esquecer
a) A vigência do encobrimento no lanthanesthai. O encobrimento de quem esquece no esquecido: o esquecimento. Hesíodo, Teogonia, verso 226s. A lethe e a essência escondida de Éris (Luta), da Filha da Noite. Referência a Píndaro
b) O temor em Píndaro, Ode olímpica VII, 48s; 43s; e em Sófocles, Édipo em Colonus, 1267. A arete (decisão) como o desvelamento do homem determinado com base na aletheia e aidos
Recapitulação
1) Os três títulos da história essencial do Ocidente. Referência a Ser e tempo. Pensar essencial. Referência a Hölderlin e a Píndaro. O começo da relação essencial do ser com o homem na palavra e na saga. A essência grega de homem. Referência a Hesíodo
c) pragma: a ação. A palavra como o âmbito essencial da mão humana. Escrito à mão e escrito datilografado. orthos e rectum.
Ação essencial e o caminho para o descoberto. Obliteração como encobrimento. O modo de ser “além” do homem, partindo do descobrimento, e a palavra da nuvem sem sinal. O ofuscamento. A subtração da lethe. Referência a Píndaro e a Hesíodo
Recapitulação
2) A correlação entre ser, palavra, colheita, mão e escrita. A irrupção da máquina de escrever no âmbito da palavra e da escrita à mão. A consequência da tecnologia na relação transformada do ser com o homem. O bolschevismo: o mundo previamente arranjado, organizado tecnicamente de modo completo. O pensamento e a poesia dos gregos na aletheia e lethe
§ 6. A última saga dos gregos com respeito à essência contrária recôndita da aletheia, a lethe: o mito conclusivo da Politeia de Platão. O mito da essência da polis. Elucidação da essência do demoníaco. A essência dos deuses gregos à luz da aletheia. O “olhar” do extraordinário
a) A polis como o pólo da presença determinada dos entes a partir da aletheia. Referência a Sófocles. A reverberação da essência conflitante de aletheia na essência contrária à polis: apolis. Referência a Burckhardt
b) Preparação para o atalho ao comentário acerca do diálogo de Platão sobre lethe e polis. A harmonia: dike. O curso mortal da estadia na polis e a presença dos entes depois da morte. Platonismo cristão. Referência a Hegel
Recapitulação
1) Politeia: o topos da essência da polis. O caráter essencialmente não-político da Politeia da polis. O pólo de pelein. A impossibilidade de interpretar a polis com base no “Estado”, a dike e iustitia. Morte: transição do “aqui” para “lá”. Platonismo
c) A questão do “aqui” e “lá”. Politeia X, 614 b 2, e o questionamento dessa referência ao mito
d) psyche: o fundamento de uma relação com os entes. O conhecimento do pensador sobre daimonia. Referência a Aristóteles e Hegel. daimonion: a presença do extra-ordinário no ordinário. Os daimones, aqueles que acenam e mostram para dentro do ordinário
e) O vislumbre (theao) que oferece a visão do ser. O ver a partir de dentro (vislumbre) do ser (eidos). O deus grego (daimon) que, no ver, apresenta-se no desencobrimento. O que vê para dentro do ordinário: o extra-ordinário. O aparecer do extraordinário no ver do homem
Recapitulação
2) O não-demoníaco do daimones. A emergência desvelante do ser: o auto-iluminar-se. O ver (perceber), o modo primordial da emergência na luz. A posição intermediária do animal (Nietzsche, Spengler). O homem: o vislumbrado. théa e theá: a mesma palavra. Referência a Heráclito, fragmento 48. Insuficiente elucidação das divindades gregas. A visão como o decisivo para o aparecimento do extraordinário no seio do ordinário. O extraordinário mostrando-se no interior do ordinário e sua relação, fundada no ser, com as divindades
f) A diferença entre os deuses gregos e o Deus cristão. A palavra como lugar de nomear o ser no seu iluminar a partir de dentro e o mito como o modo da relação ao ser que aparece. O homem: o proferidor de Deus. “Declínio” de culturas (Nietzsche, Spengler). O traço fundamental do esquecimento do ser: o a-teísmo
g) O divino como o que se dá a partir do interior no descoberto. O daimonion: o ver em sua silenciosa recepção para a pertença ao ser. O domínio do descobrimento da palavra. A “correspondência” do divino e do mítico (to theion e o mythos). O trazer-para-a-obra (arte) do desencobrimento e seu medium na palavra e no mito. eudaimonia e daimonios topos
§ 7. A última saga da Grécia sobre a essência contrária da aletheia, a lethe (II). O mito final da Politeia de Platão. O campo da lethe
a) A localidade do extra-ordinário: o campo do encobrimento que se retrai. A exclusividade do extra-ordinário no local da Lethe. A visão de seu vazio e o nada do retraimento. A água sem recipiente do rio “Sem-cuidado” no campo da lethe. A salvação do desencoberto pelo pensamento que pensa e a porção do pensador
Recapitulação
1) Campo e lethe. O que, entre os gregos, é de deus: o extraordinário no ordinário. O theion na aletheia do princípio e na lethe. aletheia e thea (Parmênides)
b) A medida do encobrimento retrativo do desencobrimento. O perfil da idea de Platão e a fundação da anamnese (tanto quanto do esquecimento) no desencobrimento. lethe: pedion. A percepção do início da poesia de Homero e da sentença de Parmênides. A impossibilidade de esquecer da aletheia pelo retraimento da lethe. A suspensão da experiência através do procedimento desde Platão (techne). Aceno para Homero, Ilíada XXIII, 358s
Recapitulação
2) A proveniência do homem da localidade extraordinária do encobrimento que retrai. O início da transformação na posição fundamental do homem. A regência em conjunto da aletheia e de memnemai. Aceno para Homero, Ilíada XXIII, 358s
PARTE II - A QUARTA INDICAÇÃO OFERECIDA PELA TRADUÇÃO DE ALETHEIA. O ESPAÇO ABERTO E LIVRE DA CLAREIRA DO SER. A DIVINDADE “VERDADE”
§ 8. O significado mais pleno do des-cobrimento. A transição para a subjetividade. A quarta indicação: o aberto, o livre. O evento da aletheia no Ocidente. A ausência de fundamento do aberto. A alienação do homem
a) Preparação para a quarta indicação: a insuficiência de “desencobrimento” como tradução usada até agora. A ambiguidade da palavra “des-cobrimento” e seu significado mais pleno. A luta na aletheia primordial. Proximidade e começo. Referência a Homero. Os dois sentidos do aparecimento: pura emergência e caráter de encontro. A essência do eu. Referência a Kant, Descartes, Herder, Nietzsche. A prioridade do si-mesmo desde Platão e Aristóteles (Peri Psyches 8, 431; Met. a 1)
b) A quarta indicação: o aberto como a essência primordial do desencobrimento. Referência a Ser e tempo e a Sófocles, Aias V, 646s. O tempo como deixar aparecer e encobrir. Referência a Hölderlin. O tempo como “fator” na modernidade. A presencialização da abertura no desencobrimento. A “identificação” de abertura e liberdade. A aletheia como o aberto da iluminação
c) Luz e ver. O esclarecimento “natural” da verdade do iluminar em termos dos “homens visuais” gregos em contraposição à visão desvelante. O perceber vidente. aletheia: o evento na paisagem da tarde que encobre a manhã. thean-horan e teoria
d) O aberto no começo da meditação com a palavra aletheia. O pensar essencial: o salto para o ser. Entes descobertos no abrigo do sem-chão da abertura (livre) do ser. O encobrimento da decisão de concessão para o homem do desencobrimento no aberto que se resguarda. A habilitação, através da concessão do ser, de ver o aberto: um começo histórico. A alienação do homem diante do aberto
e) O aberto na forma da progressão irrestrita dos entes. O aberto: o livre da iluminação. O “aberto” da “criatura” na oitava Elegia de Duíno de Rilke. Referência a Schopenhauer e Nietzsche. A exclusão do animal da luta entre desencobrimento e encobrimento. A excitação do vivo
§ 9. theá - aletheia. O ver do ser para dentro do aberto iluminado por ele. A indicação no interior da referência da palavra de Parmênides: a viagem do pensador para a casa da aletheia e seu pensar na proximidade do começo. O falar do começo da saga ocidental