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O interesse teórico, a ciência e a verdade são, em um sentido, ainda relativo-subjetivas, apesar de o mundo ser mundo para todos e identificável por todos em conexão
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O mundo é um horizonte que parte do corpo do indivíduo (seu núcleo circundante de presença perceptivamente real), dado sempre menos perfeitamente na intuitividade da percepção, em um âmbito intuitivo, infinito e contínuo, de possível experiência de objetos reais
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Este âmbito de experiência é possível enquanto experiência singular e comum para todos, na medida em que se pode comunicar, experienciar junto, pensar junto e intercambiar aquisições
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O indivíduo possui uma estável certeza de um universo aberto pelos meus outros, um meu Nós universal, que cada outro Eu, enquanto eu deste Nós, o possui como seu Nós
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O universo da subjetividade, como universo de comunidade, é subjetividade universal, à qual se refere o modo real que é para mim como meu, que é para todos nosso
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O mundo, nesta horizontalidade estável, é antecipado como universo ente, que não recebe um sentido de ser definitivo e total mediante alguma experiência factual
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A correlação entre o nosso mundo e nós, como subjetividade que o conhece, refere-se conscientemente a ele e confere forma ao seu sentido de ser, sendo ela mesma parte do desenvolvimento para a transformação do Nós e do sentido de ser do mundo
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O “Nós” significa “nós homens,” que valemos para nós mesmos como pessoas pertencentes a uma comunidade humana