Husserl

EDMUND HUSSERL (1859-1938)

DEPRAZ, Natalie. Husserl. Paris: A. Colin, 1999.

1. Husserl diante da história da filosofia

I. O impulso cartesiano

A. Da dúvida à épochè

B. Do “ego cogito” ao “ego transcendental” a. Uma filosofia voltada para o sujeito

b. A radicalização husserliana

II. A referência ao transcendental kantiano A. Pontos de proximidade

a. O idealismo

b. O transcendental

B. De um transcendental a outro

a. O subjetivismo kantiano

b. Das estruturas a priori do sujeito ao ego como indivíduo concreto

III. A ancoragem empirista A. A ambivalência da relação entre a fenomenologia e o empirismo a. Uma crítica radical

b. A gênese sensível da idealidade

B. O empirismo transcendental a. A não dualidade da consciência e do corpo

b. A ausência de oposição entre o idealismo e o realismo

2. Husserl, um cientista: as raízes epistemológicas da fenomenologia I. Matemática: formação inicial A. O despertar a. Um dom para a matemática

b. A ideia de uma reformulação da matemática

B. O status da matemática a. Da matemática à filosofia

b. Da prática à epistemologia

II. A descoberta da psicologia: um momento decisivo A. A ambiguidade da referência à psicologia a. O encontro decisivo de F. Brentano

b. A psicologia introspectiva e experimental: um distanciamento comum

B. A psicologia, terreno fértil para o enraizamento da fenomenologia a. A análise descritiva das experiências de consciência

b. A ideia de “psicologia fenomenológica”

III. A marca lógica: uma constante

A. A crítica ao logicismo

a. O fundamento sensível da idealidade lógica

b. A influência das experiências do sujeito em uma proposição lógica

B. Uma lógica fenomenológica

a. Lógica formal e lógica transcendental

b. A gênese passiva da lógica: uma genealogia das categorias