no curso do semestre de verão de 1925, Psychologie phénoménologique,
Husserl rende homenagem à erudição e à intuição de
Dilthey, partilhando com ele a recusa de importar para as ciências do espírito métodos próprios das ciências da natureza, ao mesmo tempo em que critica a psicologia descritiva de
Dilthey, considerada incapaz de resolver precisamente esses conflitos de método