“Foram os judeus que, com consistência inspiradora de temor, ousaram inverter a equação de valor aristocrática (bom = nobre = poderoso = belo = feliz = amado por Deus) e se agarrar a essa inversão com os dentes, os dentes do mais abissal ódio (o ódio da impotência), dizendo: 'Os miseráveis sozinhos são os bons; os sofredores, privados, doentes, feios sozinhos são piedosos, sozinhos são abençoados por Deus… e vós, os poderosos e nobres, sois, pelo contrário, os maus, os cruéis, os luxuriosos, os insaciáveis, os ímpios por toda a eternidade, e sereis em toda a eternidade os não abençoados, os amaldiçoados e condenados!”