Tradicionalmente, o conceito de finalidade serve para regular e legitimar a
praxis
Contudo, as aspirações, a eficácia, o rendimento caracterizam a existência apenas na medida em que o ser foi pré-compreendido de maneira calculadora, como calculável
A descrição do “cuidado” em
Ser e Tempo e a insistência no projeto e no “em vista de que” podem não estar inteiramente livres do quadro teleocrático
A apropriação e restrição do princípio de razão por Heidegger
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“Uma coisa, tal como a rosa, não está sem razão, e no entanto é sem porquê”
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Como a metáfora dos Holzwege, o “sem porquê” reduz o campo de aplicação da causalidade final
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A negação prática da finalidade não significa a abolição de toda representação de fim, mas sua restrição ao único domínio da produção
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O propósito anti-teleocrático na interpretação de
Nietzsche