-
Caracterização da fenomenologia como um método filosófico exigido pelos problemas e, simultaneamente, demonstração da impossibilidade de antepor um “relato sobre o método” ao trabalho fenomenológico
-
O “horizonte fundamental” da fenomenologia: o quadro transcendental e especificamente ontológico, baseado na absoluta “ausência de pressupostos”
-
Quatro pontos de fuga da formação de sentido: 1) Transcendentalidade
-
A compreensão de
Kant e
Fichte sobre o transcendental
-
O conceito husserliano de “experiência transcendental”
-
2) Significatividade
-
Sentido e compreensão
-
3) Eidética
-
O conceito de “essência” ou “eidos”
-
A crítica de
Husserl ao psicologismo
-
4) Correlacionalidade
-
Três níveis da análise fenomenológica e sua respectiva correlatividade específica
-
Os conceitos fundamentais do método fenomenológico
-
A epochē fenomenológica
-
A redução transcendental
-
A radicalização da epochē husserliana por
Richir
-
A variação eidética
-
O papel da fantasia na variação eidética
-
A “ideação”
-
Eidos e fato
-
Delimitação da ideação em relação à abstração conceitual
-
O papel da “pré-constituição passiva” para a constituição do eidos
-
A “unidade híbrida”
-
A relevância ontológica da variação eidética
-
Delimitação em relação ao “platonismo”
-
A descrição fenomenológica
-
A “dimensão crítica” da fenomenologia
-
A “ingenuidade transcendental”
-
O status das implicações intencionais
-
A intencionalidade de horizonte
-
A evidência intuitiva como “princípio de todos os princípios” da fenomenologia
-
A construção fenomenológica
-
Redução abdutiva e construção fenomenológica
-
A “intuição construtiva”
-
A construção fenomenológica e o “zig-zag” fenomenológico
-
A compreensão como outro conceito fundamental do método fenomenológico
-
Duas relações de tensão peculiares dentro do conceito de compreensão e o papel do “si mesmo” nessas relações de tensão
-
Justificação do tratamento da problemática da compreensão em relação às ciências humanas e culturais e no interior da própria filosofia
-
Dois escolhos a serem evitados na investigação sobre o conceito de compreensão
-
A concepção de compreensão de Heidegger
-
Compreensão como projeto de si mesmo em direção ao sentido, em um campo de compreensão
-
O “círculo hermenêutico”
-
Sentido como auto-interpretação do si mesmo e o papel da “constituição ontológica do ser-aí” nessa auto-interpretação
-
A concepção de compreensão de
Fichte
-
Compreensão e intuição intelectual (insight)
-
Os diversos traços do conceito de intuição intelectual
-
A teoria da compreensão de
Fichte e sua doutrina da imagem
-
Compreensão e iluminação
-
As sobreposições nas concepções de compreensão de Heidegger e
Fichte
-
Compreensão e fazer-ver
-
A contribuição positiva da “alteração” para a problemática da compreensão
-
A relação entre o “compreensível” (ou “autoevidente”) e o “não autoevidente”
-
O “incompreensível” como pano de fundo do que deve ser compreendido
-
Compreensão como ampliação do entendimento, como “abertura de horizonte de sinteticidade a priori”
-
O papel da “construção” ou “genetização” fenomenológica nessa concepção de compreensão
-
Solução de uma fenomenologia assim compreendida: não “voltar” às coisas, mas “ir além”
-
“Irredutibilidade” e “dadidade”
-
A “positividade” do irredutível
-
O fundamento epistemológico e o fundamento ontológico da fenomenologia
-
A precedência de
Kant em relação à fenomenologia transcendental
-
A reorientação da fenomenologia em relação ao conceito de transcendental
-
O testemunho da unidade da fenomenologia compreendida como idealismo transcendental com base em três citações significativas de
Husserl, Heidegger e
Levinas
-
A necessidade do retorno à filosofia clássica alemã para a fundamentação dessa unidade da fenomenologia idealista-transcendental
-
Nível epistemológico
-
Análise aprofundada do “princípio de todos os princípios” de
Husserl
-
O pano de fundo fichteano desse princípio supremo da fenomenologia
-
Os dois passos da legitimação do conhecimento pela evidência intuitiva
-
Primeiro nível: a demonstração das “implicações intencionais”
-
Segundo nível: a realização de “construções fenomenológicas”
-
Relação da construção fenomenológica com a construção genética de
Fichte
-
O conceito de “possibilitação” de Heidegger
-
Relação com o conceito fichteano de “duplicação” possibilitadora
-
Nível ontológico
-
A questão do “sentido último do ser” do fenômeno fenomenológico
-
O confronto de
Fichte com
Schelling em relação ao status do idealismo transcendental
-
-
Análise aprofundada da relação da consciência com o objeto e abertura de uma “nova ontologia”
-
Três momentos principais dessa investigação: 1) a função do conceito fenomenológico de verdade (
Husserl); 2) a “fundação do ser” no interior da relação de condicionamento recíproco entre o constituinte e o constituído (
Levinas); 3) a genetização dessa relação de condicionamento recíproco (
Levinas)
-
As consequências dos conhecimentos adquiridos nesses dois níveis para o status da correlação sujeito-objeto
-
A questão da unidade da esfera imanente e da esfera pré-imanente da consciência
-
A questão da possível conciliação da perspectiva epistemológica e ontológica
-
A resposta de
Fichte a essa questão com o conceito de “possibilitação”
-
Análise aprofundada desse conceito de “possibilitação” nos conceitos fundamentais da metafísica de Heidegger
-
O conceito de “acontecimento fundamental” e seus três momentos
-
Resumo dos resultados deste capítulo
-
O motivo fundamental da filosofia moderna: o objetivismo
-
A distinção de um substrato matemático como sua principal característica
-
O profundo “abalo” de
Hume a esse objetivismo: a formação de “produtos ficcionais”
-
Tarefa orientadora da fenomenologia transcendental: radicalização e consumação dessa intuição de
Hume, pensando conjuntamente 1) a iconicidade do ente fenomênico, 2) a objetividade real e 3) a compreensibilização do conhecimento
-
A interpretação de
Husserl sobre o problema de
Hume: a compreensibilização da certeza do mundo
-
Para isso, é necessário o retorno a “formações de sentido” realizadas subjetivamente e seu caráter “icônico”
-
A definição de
Husserl do conceito de “transcendental” e sua referência fundamental à formação de sentido
-
O papel do “mundo da vida” para essa compreensibilização da certeza do mundo
-
Primeira determinação do mundo da vida e seu papel para a superação da crise da ciência moderna
-
O acesso ao mundo da vida graças à “epochē do mundo da vida”
-
Separação do apriori universal do mundo da vida do apriori objetivo-lógico das ciências pela demonstração da referência deste àquele
-
Liberação do olhar da vinculação à pré-dadidade do mundo para a correlação universal, aqui decisiva, entre mundo e consciência do mundo
-
Precisão e configuração das implicações de sentido e validade do novo apriori da correlação assim demonstrado: abertura do “reino do subjetivo”, no interior do qual “configurações de sentido” são constituídas como “formações configuradoras”
-
O “material espiritual” desse reino do subjetivo anônimo como “vida animada” da subjetividade transcendental
-
A performance constitutiva do mundo dessa subjetividade anônima
-
A questão da relação entre “validade” e “ser”
-
A distinção tradicional entre “gênese” e “validade”
-
A dupla transgressão do limite correspondente a essa visão clássica em
Fichte (em relação ao sentido específico do ser do transcendental) e em
Husserl (em relação à co-originalidade de ser e validade no conceito de “validade de ser”)
-
Demonstração do modo de tematização específico e fundamental do mundo da vida: a necessária direção do olhar — em uma inversão peculiar do mesmo — para as performances funcionantes de uma “totalidade sintética” que possibilita o surgimento do mundo pré-dado
-
O sentido dessa “pré-dadidade” do mundo
-
Destaque da pertença originária de “ser” e “validade”
-
Concretização da ideia de uma “ciência do mundo da vida”
-
Revisão fundamental do método fenomenológico pelo abalo do objetivismo iniciado por
Hume, que está na base da abordagem da fenomenologia transcendental
-
Cinco pontos principais de crítica dentro dessa revisão: 1) A compreensibilização transcendental
-
Esboço da nova tarefa fundamental da fenomenologia: a compreensibilização do conhecimento em lugar da legitimação do conhecimento
-
O papel decisivo da formação de sentido nesse novo projeto
-
A função específica da “intersubjetividade” (não no sentido de “comunitarização”) no “co-funcionamento” da “formação de sentido com formação de sentido” aqui demonstrado
-
A necessária distinção (não realizada por
Husserl) entre “redução fenomenológica” ao ego e “indução transcendental” aos processos anônimos da formação de sentido
-
Confirmação da análise pelo retorno a determinações temporais
-
O papel da formação de sentido para a orientação teleológica na doutrina da razão de
Husserl
-
2) Questionamento da evidência intuitiva como “princípio de todos os princípios”
-
O papel dos modos de consciência não-intuitivos para os processos de formação de sentido e o consequente questionamento da intuição evidente como princípio supremo da fenomenologia
-
A inversão da relação ego - cogitatio - cogitatum no caminho a partir do mundo da vida em oposição ao procedimento no interior do caminho cartesiano
-
A nova acentuação da fenomenologia na obra “A Crise” em comparação com abordagens anteriores
-
3) Crítica ao papel predominante dos modos de consciência presentificantes
-
Toda consciência implica “representações de”, que remetem ao “apriori da correlação universal”
-
Essas representações implicam modos de presentificação, sem os quais “objetos e mundo não estariam aí para nós”
-
O repouso da existência objetiva sobre os diversos modos de presentificação
-
4) Crítica da descrição fenomenológica
-
O solo do conhecimento “objetivo” e o solo do conhecimento “transcendental”
-
O problema resultante de uma “verdade dupla”
-
Refutação da ideia de que a ciência objetiva representa a ciência universal
-
Rejeição da concepção de que existe uma ciência descritiva da esfera transcendental constitutiva originária
-
Destaque da genuína “investigação”, que deve aqui ocupar o lugar da descrição
-
A insuficiência das considerações de
Husserl em relação à alternativa ao método descritivo
-
5) Paradoxo da aniquilação da consciência
-
Destaque do “paradoxo” entre a subjetividade pertencente ao mundo e a impossibilidade de tal pertencimento no interior da compreensão radical da constituição do mundo
-
A demonstração por
Husserl da tensão entre a atitude tética e a atitude transcendental
-
A necessidade de uma criação do solo do conhecimento “por força própria” e a correspondente nulidade do sujeito
-
Distinção entre dois níveis de reflexão e dois tipos correspondentes de epochē
-
A “singular solidão filosófica” do eu sem mundo como exigência metodológica fundamental de uma filosofia radical
-
O “método interno” da fenomenologia
-
Os três passos da “resolução do paradoxo”: 1) constituição da esfera primordial, da qual é excluído tudo o que se refere a outras egoidades; 2) apercepção do estranho por des-alienação (em analogia à “autotemporização por des-presentificação”); 3) auto-objetivação do eu transcendental no homem
-
Deslocamento da tensão entre atitude tética e não-tética (transcendental), entre eu transcendental pertencente ao mundo e não pertencente ao mundo, para aquela entre eu (originário) absolutamente singular e intersubjetividade, que então, por sua vez, é constitutiva para a mundaneidade e objetividade
-
Dupla oposição entre
Husserl e Heidegger em relação à abordagem geral do pensamento e ao papel da intersubjetividade, aproximando a posição de
Husserl, por assim dizer “avant la lettre”, da de
Levinas
-
Consideração fundamental final sobre o método fenomenológico
-
Diferença metodológica fundamental entre a fenomenologia e as ciências naturais (compreensibilização transcendental vs. qualquer forma de explicação)
-
A fenomenologia não representa uma ampliação do conhecimento, mas realiza um questionamento retrocessivo em relação ao sentido e à validade de ser
-
Os limites da abordagem de
Husserl devido à sua limitação ao ego transcendental
-
A razão para o confronto da fenomenologia com o “realismo especulativo” de Quentin
Meillassoux: o desafio para a fenomenologia de se confrontar com o pensamento especulativo, isto é, com a questão do “Absoluto” e do “Princípio”
-
Estruturação do capítulo
-
Reconstituição do “argumento da ancestralidade”
-
Explicação da tese correlacionista, segundo a qual a ancestralidade pode ser explicada por uma “retrojeção” transcendental
-
Duas objeções de
Meillassoux e sua refutação por parte do correlacionismo
-
O argumento fundamental de
Meillassoux contra o correlacionismo: a incapacidade do correlacionismo de “expor a base necessária” para “hipostasiar a relação recíproca de sujeito e mundo para além da instanciação em uma comunidade de indivíduos mortais”
-
Sua afirmação da falta de sentido de um desacoplamento da consciência transcendental e de sua encarnação empírica
-
Os argumentos de
Meillassoux para fortalecer essa tese: 1) afirmação da impossibilidade de colocar no mesmo nível o passado “subjetivado” e o passado “ancestral”; 2) tese da insustentabilidade do ponto de vista transcendental-fenomenológico, pois um ponto de vista realista seria a condição para o sentido de todas as proposições fenomenológicas; 3) distinção entre a “dadidade lacunar” e a “lacuna da dadidade”
-
-
Contra-argumento do correlacionismo: a incompatibilidade do status do sujeito na fenomenologia com o de
Meillassoux, pois a fenomenologia submete o sujeito à epochē fenomenológica, o que não é reconhecido por
Meillassoux
-
-
Sua distinção entre correlacionismo, subjetivismo (metafísica subjetivista) e realismo especulativo, e a distinção aí implicada entre contingência, facticidade e arqui-facticidade
-
Tese do correlacionismo: a desabsolutização da correlação
-
Tese do subjetivismo: a absolutização da correlação
-
Tese do realismo especulativo: a absolutização da arqui-facticidade da correlação (= princípio da factualidade) como princípio do desligamento do correlacionismo
-
Observação crítica sobre o método: a criação da problemática da coisa a partir do conteúdo fenomênico (= procedimento fenomenológico) vs. procedimento combinatório do realismo especulativo
-
O argumento de
Meillassoux para a absolutização: o necessário, “efetivo ser-pensado” do Absoluto
-
Esboço da posição contrária de um “idealismo especulativo” fenomenológico, segundo o qual tal “pensabilidade” só tem sentido no quadro do correlacionismo
-
Fundamentação do “idealismo especulativo fenomenológico” ou “transcendentalismo especulativo”
-
A “matriz transcendental do correlacionismo”
-
Três motivos fundamentais para a elaboração dessa matriz: a referência mútua de correlatividade (correlação), significatividade (sentido) e reflexividade (reflexão)
-
Essa matriz consiste — em um processo autorreflexivo — na respectiva realização de três autorreflexões qualitativamente distintas
-
Explicação mais detalhada da “indução transcendental”
-
Primeira autorreflexão: ela visa a antecipação a) da estrutura da consciência; b) do projeto em direção ao sentido; c) do conceito de compreensibilização do conhecimento
-
Aqui se rompe uma tripla dualidade de sujeito e objeto, de sentido projetado e sentido que se dá, e de arquétipo e imagem do princípio da compreensibilização do conhecimento
-
Segunda autorreflexão: ela reflete sobre essas três dualidades
-
Disso resultam: a) a autoconsciência; b) a verdade hermenêutica; c) a “plasticidade” como aniquilamento projetante ou projeto aniquilador
-
Terceira autorreflexão: ela abre, em uma autorreflexão interiorizante: a) a pré-imanência ou pré-fenomenalidade como “esfera corática” da “indução transcendental”; b) a generatividade; c) a reflexibilidade transcendental e transcendente
-
Possibilitação da compreensão e possibilitação do ser
-
A lei transcendental da reflexão (“duplicação possibilitadora”)
-
O “excedente ontológico” como “suporte da realidade”
-
O quadro da matriz transcendental do correlacionismo
-
“Reflexibilidade” como “princípio” do correlacionismo ou do idealismo especulativo fenomenológico
-
As três determinações fundamentais do ser como “Absoluto” do correlacionismo ou do idealismo especulativo fenomenológico: 1) “Pré-ser” ou “anterioridade”; 2) Excedente ontológico; 3) “Fundação do ser”
-
Ser como “excedência anterior e fundante”
-
Os dois pressupostos fundamentais da “realidade”: a perspectividade e a excedência transsubjetiva
-
A questão subjacente à realidade sobre a possibilidade do aparecer real em geral
-
Duas novas questões daí resultantes: em que consiste esse “entre” entre a perspectividade e a excedência? (Essa é a questão do “para onde” originário de toda referência da consciência)
-
Por outro lado, a “constituição ontológica” do ser-aí humano (Heidegger) está na base da perspectividade
-
Como se relacionam esse “entre” e essa determinação, que “colore” toda referência ao mundo?
-
Reconsideração do conceito de “correlacionismo” (do ponto de vista historiográfico)
-
O correlacionismo e a “Revolução Copernicana” de
Kant
-
O “transcendentalismo” de
Kant
-
-
A ruptura da problemática da correlação na abordagem transcendental de
Kant: a “precariedade ontológica da realidade”
-
O confronto de Heidegger com
Descartes em relação à “realidade do mundo externo”
-
-
A tríplice crítica de Heidegger a ele
-
Quatro figuras fundamentais do correlacionismo: 1) a vinculação da apercepção transcendental de
Kant à sua doutrina do juízo; 2) a correlação ser-pensar irredutível de
Fichte como resposta às ontologias dogmáticas da tradição filosófica pré-kantiana; 3) a analítica da intencionalidade de
Husserl; 4) a analítica do ser-aí de Heidegger
-
“Formação de sentido” como conceito central do correlacionismo fenomenológico
-
“Constituição” e “gênese” segundo
Husserl
-
Fenomenologia “estática” e “genética”
-
Distinção da perspectiva “genética” pelo pensar conjunto de “condição” e “história”
-
Os três aspectos fundamentais da formação de sentido: 1) gênese formadora-criadora; 2) imaginação (Einbildung); 3) iconicidade enquanto processualidade formadora-esquematizante
-
A contribuição de
Richir para a determinação da gênese
-
A concepção de
Richir sobre a imaginação (enquanto fantasia)
-
O status da “iconicidade” e dos processos “formadores-esquematizantes” na formação de sentido
-
Propósito dessa exposição: fundamentação da “fenomenalidade do fenômeno” e aprofundamento do status da realidade
-
O “fenômeno originário da formação de sentido”
-
A tese da equiparação de realidade e imagem
-
A tese da equiparação de fenômeno e imagem
-
Formação de sentido e construção fenomenológica
-
Mais uma vez sobre a “indução transcendental”
-
“Primeira imagem” do fenômeno originário: o projeto de uma imagem da compreensibilização do conhecimento
-
“Segunda imagem” do fenômeno originário: a plasticidade formadora enquanto “aniquilamento projetante” ou “projeto aniquilador”
-
“Terceira imagem” do fenômeno originário: a reflexibilidade como lei da reflexão interiorizante
-
Possibilitação da compreensão (reflexibilidade transcendental) e possibilitação do ser (reflexibilidade transcendente)
-
A “terceira imagem” do fenômeno originário como processualidade imaginante
-
Excedente de ser como “suporte da realidade”
-
A gênese da fenomenalidade como fenomenalidade
-
Fenomenalidade como “insistência pendente” (Heidegger)
-
Realidade como necessária ligação do ser à “insistência pendente”
-
Realidade como “ser-insistente-pendência”, “onto-eis-ek-stasis” ou “serendoexogeneidade”