Três traços distinguem a noção de obra: ser uma sequência mais longa que a frase, suscitando problema de compreensão relativo à totalidade fechada da obra; submeter-se a uma codificação de gênero literário; e receber uma configuração única chamada estilo, sendo composição, pertencimento a um gênero e estilo individual categorias da produção e do trabalho, como ilustra a observação de
Aristóteles de que toda prática e produção incidem sobre o indivíduo, e como desenvolve G. G. Granger em seu Essai d'une philosophie du style.