Seu corpus tem a aparência de ser
inteiramente razoável. Doravante, dar vida ao excesso da questão sobre o problema só poderá ser feito
contra Aristóteles – como no neoplatonismo antigo. Pensar contra ele será sempre atravessá-lo, fazendo o excesso das questões atuar nos problemas por ele postos, o que parecerá excessivo frente à serenidade aristotélica da práxis filosófica, voltada para o equilíbrio da conhecimento do que é.