O in-finito é modulado, diferenciado e apto ao crescimento por exposição a um além, de modo que ele não se opõe ao uniforme como dualismo, mas é abissalmente distinto dele, ainda assim mantendo uma separação que também deve ser portada, e por isso se admite uma referência ao sentido especulativo-dialético de
Schelling e
Hegel para pensar o in-finito, enquanto, de um lado, totalidade e clausura insistem no mesmo, e, de outro, a relação tenra de terra e céu, deus e humano pode tornar-se mais in-finita, fazendo com que a intimidade aumente justamente fora, no entre onde o não unilateral pode brilhar mais puramente.
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In-finito como crescimento por exposição e não perpetuação do mesmo.
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Distinção abissal como separação não redutível a oposição.
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Referência especulativo-dialética como chave de inteligibilidade do in-finito.
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Intimidade como brilho do não unilateral no entre, fora de qualquer interior fechado.
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O jogo especular expropriado do Geviert desfundamenta a coisa e a torna ligeira, de modo que a ligeireza implica apenas permanecer por um tempo e, ainda assim, essas coisas sustentam o mundo habitado ao gesticularem mundo de modo irredutivelmente significativo, de modo que o in-finito é uma infinitude de coisas que projeta mundo a partir de um limite gasto, rarefeito e ligeiro o bastante para permitir a passagem de coisa e mundo, concedendo lugar e sentido às coisas por um tempo, e com isso o coisar da coisa é esse gesticular expropriado, ligeiro, permanente e mundificador.
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Desfundamentação e ligeireza como efeito do jogo especular do Geviert.
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Permanecer por pouco tempo como modo de ser da coisa ligeira.
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Coisas como suportes do mundo habitado e como significância ineradicável.
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Limite rarefeito como condição do gesto de mundo e do lugar conferido às coisas.