Com efeito, o objeto no modo do visado, enquanto objeto de uma intencionalidade, pode chegar à plenitude de preenchimento de um objeto verdadeiro no sentido de ser
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“Ele também pode ser chamado o ser, a verdade, o verdadeiro e isto enquanto é vivido, não como em uma simples percepção [mesmo] adequada, mas a título de plenitude ideal de uma intuição, enquanto objeto verificante”
Mas precisamente, a esta plenitude da intuição, só acede enquanto se encontra finalmente dado, enquanto um “objeto dado”
Paradoxalmente, a verdade chega a fenomenalizar o ser (do “ser no sentido da verdade”) apenas porque primeiramente o ser mesmo do objeto se encontra retomado diretamente sob a autoridade da doação