Perguntar, inversamente: como o caráter essencialmente e originariamente de evento do fenômeno e mesmo de todo fenômeno (incluindo o mais banal, que acabamos de descrever) pode esvaecer-se, atenuar-se e desaparecer?
Não mais perguntar: até onde pode-se legitimamente pensar o fenômeno como um evento
Mas por que: pode-se perder sua fenomenalidade rebaixando-a à objetividade?
A esta questão em retorno, pode-se responder inspirando-se em
Kant
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A primeira das quatro rubricas que organizam a categoria do entendimento e portanto impõem aos fenômenos o quádruplo selo da objetidade concerne a quantidade