(IV) Não se poderia que o princípio dos Sinópticos, “Nada, com efeito, de velado (
kekalummenon) que não será des-coberto (
ho ouk apokaluthêsetai, revelabitur), nem de escondido (
krupton) que não se torne conhecido (
ho ou gnôsthêsetai)”, coloque em obra já um modo privilegiado de fenomenalidade?
(V) Este des-cobrimento resume-se à acepção comum do “monoteísmo”, ou implica sua reinterpretação a partir da comunhão trinitária?
(VI) Empurrou-se a tentativa tão longe quanto se podia, conhecem-se portanto os limites
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São aqueles que indicava perfeitamente Nicolau de Cusa: “Esforcei-me de submeter-me ao que me tomava, confiando em tua infinita bondade, a fim de que te veja, tu invisível, e tua visão não revelável (ut videam te invisibilem et visionem tuam irrevelabilem)”
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Resta dizer a gratidão às instituições que permitiram conduzir este trabalho
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A Universidade de Chicago, o Instituto católico de Paris, a universidade de Glasgow, e a universidade de Regensburg, a universidade de Genebra
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Aos estudantes e ouvintes que sustentaram com sua paciência e suas questões
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E os companheiros de sempre, que se reconhecerão ao fio das páginas
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Para os erros e as insuficiências, retornam a mim
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O resto, que não me pertence, seguirá