Do ponto de vista do amante, do ponto de vista da redução erótica: ser e seus entes aparecem contaminados, intocáveis, irradiados pelo sol negro da vaidade
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Passagem do
cogitans ao amante não modifica figura do
ego para atingir mesmo objetivo por outros meios
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Redução erótica destitui questão “ser ou não ser?”
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Depõe questão do ser de sua carga imperial expondo-a à questão “para quê?”
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Considera-a seriamente do ponto de vista da vaidade
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Em redução erótica, onde está em jogo o amante, questão “o que é o ente (em seu ser)?” perde privilégio de questão mais antiga, sempre buscada, sempre perdida
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Aporia da questão do ser não deriva de jamais tê-la atingido