Distinção entre ver, escutar e sentir torna-se determinante apenas quando a percepção se engolfa em determinação subjetiva de seu papel como filtro que interpreta e deforma a aparência da aparição; inversamente, quando a aparição domina o aparecer e o retoma, as especificações subjetivas da aparência por sentidos não importam essencialmente: seja vista, tocada, sentida ou ouvida, a coisa advém sempre em pessoa, e que advenha apenas por parte e por esboço não impede que chegue na carne mesma de sua aparição, cuja imperfeição pressupõe já aparição em pessoa da coisa que ela limita