ESSÊNCIA DO DISCURSO É ÉTICA

LEVINAS. Totalité et infini. Essai sur l’extériorité, 1961; Poche « biblio », 1971 / Totalidade e Infinito. Lisboa: Edições 70, 1988.

O discurso condiciona o pensamento, porque o primeiro inteligível não é um conceito, mas uma inteligência cuja exterioridade inviolável o rosto enuncia, ao proferir o «tu não cometerás assassínio». A essência do discurso é ética. Ao enunciar esta tese, rejeita-se o idealismo.