Isso se manifesta na leitura do segundo livro da Física de
Aristóteles, onde a physis é definida como princípio de movimento e de mudança, e onde Heidegger compreende a mudança não como acréscimo externo, mas como a virada em que o próprio rosto da coisa irrompe em forma, revelando ao mesmo tempo a matéria de sua metamorfose.