Esse outro pensar, mais simples por não se reduzir à filosofia ou às ciências, é também mais difícil: ninguém pode hoje pretender dominá-lo, como expresso por Heidegger em 1969, citando Kleist: “Apago-me diante de alguém que ainda não está aqui e inclino-me, mil anos adiante, diante de seu espírito” (
GA16, 210), sublinhando que o pensar autêntico é sempre um porvir, nunca uma posse.