-
A estrutura temporal do deixar-coisas-serem-relevantes é estabelecida como fazer-presente que aguarda e retém, e nela se funda a familiaridade do mundo mais próximo, pela qual até um mundo estranho não é totalmente estranho, permitindo orientação mínima.
-
A primeira modificação é descrita como um fazer-presente que aguarda e retém, mas é detido, como quando a absorção é suspensa por um instrumento danificado que interrompe o fluxo e força inspeção e correção.
-
A segunda modificação é descrita como um aguardar e reter que se realiza como não-fazer-presente, no fenômeno de faltar algo esperado, em que a deficiência do presente permanece positivamente estruturada pelo aguardar.
-
A terceira modificação é descrita como um não-aguardar que retém e faz-presente, no fenômeno da surpresa, em que a deficiência do futuro abre o âmbito horizonal no qual algo pode sobrevir ao ser-aí.
-
A quarta modificação é descrita como um aguardar com não-retenção que faz-presente, no fenômeno de resistência de coisas impróprias e insuperáveis, em que não-contar-com e retenção da impropriedade estruturam o encontro com o impeditivo.
-
Nas duas modificações relativas a faltar e surpreender, é indicado que as formulações completas não são apresentadas explicitamente, mas são sustentadas pelo conjunto das determinações oferecidas, preservando a exigência de unidade extática em cada caso.