Conclusão sobre o status da sugestão e resposta à objeção final de Vezin.
Acquiescence não é A tradução definitiva, assim como lassitude também não o seria.
Reconhece-se que a palavra pode parecer pesquisada, arcaica ou cerimoniosa.
Sérénité é menos problemática nesse aspecto, mas não capta o valor semântico, aspectual e o movimento do conceito heideggeriano.
Pergunta retórica: O que fazer se não há uma palavra em uso livre no francês com a plasticidade necessária?
É preciso renunciar a encontrar um equivalente estrito e recorrer a outros recursos da língua, mesmo que pareçam eruditos.
A palavra acquiescence surgiu de forma espontânea, do fundo de possíveis da língua, não de uma consulta laboriosa a dicionários ou a Boulainvilliers.
A aspectualidade verbal de acquiescence pareceu adequada para quem ouve o movimento da língua e os recursos do aître da langue.
Última observação: Heidegger, ao falar em Meßkirch, não tentava se colocar ao alcance da população, mas elevar a causa do pensamento. Confiava que a população pudesse sentir algo disso, apoiando-se no aître da langue.