Conduzir o pensamento do Ser, ao preço de um outro começo do pensar, até o coração do que Heidegger chama das Wesen des Seyns: o aître do Estre.
Trata-se de aventurar-se, ao preço de um salto (Der Sprung), até o que propriamente se trata no foco movimentado do Ereignis.
Isto que, secreta e imemorialmente, dá lugar ao Il y a (ao Es gibt), à doação de ser, de tempo, de espaço, no fio da livre sequência das diversas épocas da história do Estre e da aventura historial da dispensação da verdade do Ser.
Aventurar-se (após mais de dois milênios de esquecimento do Ser) até o coração insciente do Estre como Acontecimento (das Seyn als das Ereignis).