A essência do homem desempenha papéis distintos nessas duas figuras da subjetividade incondicionada, mas a história da metafísica fixa de modo universal o homem como animal racional, de tal maneira que, em
Hegel, a racionalidade especulativo-dialética determina a subjetividade, e, em
Nietzsche, a animalidade torna-se o fio condutor.