A fenomenologia, enquanto teoria transcendental do conhecimento, é um idealismo.
O problema cartesiano da objetividade é declarado sem sentido.
A análise intencional mostra que todo ser é formação de sentido.
Conceber um ser fora de toda consciência possível é contraditório.
O idealismo fenomenológico não é psicológico.
Ele também não é kantiano.
Trata-se de um idealismo absoluto.
A objeção do solipsismo ameaça estruturalmente todo o edifício.
A Quinta Meditação é apresentada como prova decisiva.