A tradução do termo dialetal (das Kuinzig) como nosso humor (notre humour) proposta por Jean
Beaufret revela que essa disposição não é um conceito universal abstrato, mas uma transmutação subjetiva e cultural pela qual o ente humano suporta o insuportável, opondo o espírito de sutileza (esprit de finesse) ao peso da existência ou ao tédio vital (taedium vitae).