O divino como manifestação do universo e a via do amor para o conhecimento da realidade
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A rejeição por Nishida de uma noção “infantil” de Deus como um ser fora do universo
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A afirmação de que “Deus é o unificador do universo,” pois o universo é a manifestação de Deus, em terminologia mais religiosa
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O poder unificador estando dentro de cada um como uma expressão do poder unificador da realidade, dado que cada um é uma parte do universo como manifestação de Deus
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A ênfase de Nishida de que o entendimento mais profundo da realidade é ganho não através do raciocínio ou da sensação, oferecendo um novo tipo de metafísica
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O conhecimento da realidade sendo ganho intuitivamente em e através da experiência pura, sendo a sua solução radicalmente experiencial, nem racional nem empírica como dada pelos sentidos
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A impossibilidade de o conhecimento ser postulado ou de ser apreendido através dos cinco sentidos, mas podendo ser apreendido intuitivamente como experiência pura
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O conhecer o princípio unificador sendo o ser ele, e o ser ele sendo o vivê-lo
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O viver o princípio unificador sendo o sentir a unidade de todas as coisas, o parentesco consigo mesmo com a unidade última, e o adquirir encerramento e alegria por ter satisfeito o desejo de compreender esta unidade última
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Deus sendo o “maior e final unificador da nossa consciência; nossa consciência é uma parte da consciência de Deus e sua unidade provém da unidade de Deus”
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O amor buscando a unidade, e o “amor é o conhecimento mais profundo das coisas”
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O conhecimento analítico e o conhecimento inferencial sendo “superficiais,” e “não podem apreender a realidade”
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A capacidade de alcançar a realidade somente através do amor, sendo o “amor a culminação do conhecimento”