O artista como revelador da realidade e o caráter transindividual da experiência direta
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O artista, e não o estudioso, chegando à verdadeira natureza da realidade, porque a realidade é sempre realidade para a consciência, e a consciência inclui sempre o sentir e o querer
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O artista, para criar, devendo estar totalmente engajado em um evento criativo através do conhecer, sentir e querer, sem se preocupar com a subjetividade ou a objetividade
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A consciência do artista de que a realidade artística “é uma sucessão de eventos que fluem sem parar”
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A experiência pura ou direta sendo a porta de entrada para a realidade, e sendo anterior a todas as distinções, incluindo a distinção entre aquele que vê e o que é visto, e as distinções de eu, outro, coisa, interno ou externo
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A experiência direta indo além do indivíduo, sendo fundamentalmente transindividual
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A estratégia filosófica de Nishida sendo a de apreender a realidade através da experiência pura, em vez de através da experiência já estruturada por um sujeito olhando para objetos identificáveis e dualisticamente separados, ou por meio de dedução racional ou indução empírica
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O caminho para a realidade sendo o de voltar, ao princípio, à experiência na sua forma mais pura