Concordância com
Bergson de que diferenças de intensidade de estados sensíveis são diferenças de qualidade, não determináveis quantitativa ou inequivocamente; discordância, porém, quanto à injustificação da discussão sobre intensidade. Possibilidade de reconhecer partes do continuum como inequivocamente diferentes (vermelho e azul, vigor e cansaço) e alocar localizações a elas justifica discussão de gradações de qualidade e reconhecimento certo de classes (classe “sentimento de vida”, classe “intensidade de vivenciar”).