Nietzsche, ao contrário, pensa que não há meta-metáfora e, portanto, nenhuma metáfora lógica nem gramática pura; e afirma que
Parmênides – ao derivar o ser absoluto de um conceito sempre subjetivo – praticou uma “ignorância temerária”, acrescentando: “O conceito de ser! Como se não mostrasse sua baixa origem empírica em sua própria etimologia. Pois esse basically significa 'respirar'. E se o homem o utiliza para todas as coisas além de si mesmo, projeta sua convicção de que ele próprio respira e vive por meio de uma metáfora, isto é, de um processo ilógico, sobre todas as outras coisas.”