O nome próprio para essa dissolução é modernidade, e a tarefa da modernidade filosófica – ao menos em seus momentos culminantes,
Hegel,
Nietzsche, Heidegger – é um pensamento da morte de Deus em termos do problema da finitude; esse pensamento não implica apenas a morte do Deus da tradição judaico-cristã, mas também a morte de todos os ideais, normas, princípios, regras, fins e valores postos acima da humanidade para fornecer aos seres humanos um sentido para a vida – o que
Nietzsche chama de crepúsculo dos ídolos; como Heidegger observa numa afirmação marcante de 1925, pensando em
Nietzsche: “A pesquisa filosófica é e permanece ateísmo, razão pela qual a filosofia pode permitir-se 'a arrogância do pensamento'.”