Se a memória altera a forma da experiência, torna-se necessária uma descrição minuciosa do lembrar, capaz de distinguir o fenômeno de atos aparentados como imaginar, perceber, sentir e pensar.
A redução do lembrar a simples derivação de mente ou cérebro é rejeitada como proposta equivocada.
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Co-presença temporal do lembrar e expansão ontológica do memorial
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A fórmula de que a lembrança é sempre agora sustenta que o lembrar se efetua no presente e como presente, ainda que diga respeito ao então e ali.
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Nada humano é estranho à memória e nada no mundo deixa de possuir estatuto memorial, inclusive o próprio mundo.
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A proporção entre conhecimento e memória é afirmada como tese final de alcance máximo.