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A metafísica moderna determina o ser do ente como vontade, e essa determinação implica que o ente, enquanto subjectum, se compreende a si mesmo como se-querer e, simultaneamente, como se-saber.
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O se-querer não é um impulso cego, mas já contém em si um se-saber de si, de modo que a vontade e a representação se pertencem originariamente.
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O subjectum desdobra-se, assim, no modo do ego cogito, isto é, como apresentação de si a si mesmo, na qual o ente se assegura de sua própria presença.
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A re-presentação constitui o ser do ente enquanto subjectum, pois é nela que o ente se reúne consigo mesmo como fundamento de toda inteligibilidade.