O ser manifesta sua singularidade pelo desdobramento, em seu coração, da diferença ontológica
-
Isto não implica isolamento, mas a presença auxiliadora da ipseidade
-
A relação é de co-pertinência, não de recusa de si
A Palavra, livre em sua propriedade, pode cuidar apenas de si mesma
O aspecto de recusa que parece caracterizar o ser é o correlato de todo ato de doação
A essência desdobrante da Palavra é monstração apropriadora
A Singularidade como Aparecer e a Solidão como Mono-logue
-
A singularidade só existe no aparecer da singularidade como tal
-
A singularidade do ser que se dá na relação de transmissão a um si afirma a partilha da singularidade
-
O ser é o conjunto da relação que o liga à ipseidade para afirmar sua singularidade
-
A Palavra é Monólogo: só ela fala propriamente, e fala solitariamente
-
Mas só pode ser solitário o que não está só, isolado, sem relação
-
'Solitário' significa: si mesmo, na unificação do entre-pertinência
-
A solidão do ser é partilha, difusão de si, aparecer de sua verdade
-
Esta solidão partilhada é Mono-logue, dizer de si mesmo no Mesmo
-
Ela compreende necessariamente o desdobramento do si
-
O Único não é só; é o Simples em que se joga o jogo do mundo
-
A Palavra-dita (Sage) é o modo em que fala o Ereignis