] desenvolve-se em dois momentos principais para elucidar a doação.
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O primeiro momento consiste em determinar o modo de doação no caso do ser.
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O segundo momento determina o modo de doação no caso do tempo, isto é, o Geben.
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Em ambos os momentos, é salientado um hiato subsistente entre o Geben e o Es.
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Em seguida, questiona-se a origem desse Geben no Es.
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Ao final, descobre-se que o próprio Es é um Geben, o do Ereignis.
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O Ereignis atinge então uma plenitude de sentido na qual a realidade humana se inscreve.
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Heidegger enfatiza que essa démarche não é uma busca por um “sempre-mais-originário”.
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A pensamento já se mantém nesse originário desde que decidiu a Entschlossenheit e o Ursprung.
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A tarefa do pensamento é agora mergulhar não mais na origem, mas na habitação da origem.
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Essa habitação entrega sua verdade de modo cada vez mais preciso, conforme a resistência da meditação.
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Não se pode mais falar de uma gradação desde que o ser se tornou o centro da guarda do pensamento.
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Fala-se, antes, de estações do pensamento num caminho de retorno já aberto por aquilo para onde ele se dirige.