-
Não há círculo vicioso, pois o ser é utilizado na analítica existencial de modo totalmente indeterminado.
-
Nada é pressuposto sobre o ser quanto ao modo como se doa, sendo considerado apenas em sua facticidade, como dando lugar a uma compreensão de ser.
-
O comportamento do si pressupõe a cada instante o ser, mas isso não é pressupor algo, pois a presença do ser está visceralmente inscrita no homem.
-
O ser permanece impensado, e esse impensado permite uma pré-compreensão do ser, conferindo-lhe um estatuto transcendental.
-
A força da démarche heideggeriana está em que o ser é justamente aquilo de que nada se pode pressupor, e essa ausência de pressuposição lhe confere seu caráter possibilitador.
-
A abertura só é possível como tal se permanecer na sombra aquilo em direção ao qual ela está aberta.