A morte é descrita como uma “lueur” (Schein), uma presença que tremula diante dos olhos, como as cores que aparecem após fixar o sol. Essa imagem, inspirada em
Hölderlin, ilustra a natureza da morte como uma revelação que não é uma evidência imediata, mas uma verdade que se manifesta na profundidade do ser. A morte não é um objeto de conhecimento, mas a condição de possibilidade do Dasein como ser-aberto.