A convicção religiosa de Heidegger, sustentada pela Igreja Católica em sua juventude, mudou após a habilitação, coincidindo com seu namoro com a futura esposa Elfride, protestante, culminando em 1919 na ruptura formal com a Igreja Católica, expressa em carta ao padre Engelbert Krebs, embora tenha continuado a lecionar sobre filosofia da religião sob influência de
Lutero e do cristianismo primitivo, aproximando-se de Søren
Kierkegaard