Uma boa filosofia da percepção exigiria ascese para compreender que o problema é estrangeiro à percepção e por isso não se coloca, pois não há aquisição das “coisas mesmas” já que se está nelas, e a tarefa é pensar adequadamente as coisas, para o que a originariedade perceptiva é condição e ponto de aplicação, não uma forma de adequação.
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Estranheza do problema diante do fato de já estar nas coisas.
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Tarefa: pensamento adequado sobre as coisas, não obtenção delas.
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Originariedade: nada menos que coisas mesmas, nada mais que elas.
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Adequação como trabalho do pensar com base na percepção.