Situa nesse mesmo plano, misturando domínios,
Hegel e
Hölderlin,
Homero e
Aristóteles, e até a Crítica da razão pura e o Parthenon, ressalvando que a dificuldade não é idêntica de um lado e de outro, sendo menos árduo restituir o étant ao esplendor de sua harmonia nativa, na fórmula de Baudelaire, do que fazer a linguagem portar a diferença entre ser e étant, muito embora, de ambos os lados, a palavra esteja igualmente a serviço da língua, e mesmo, na expressão de René Char, “ofício de ponta”, nos avant-postes desse serviço