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Pertence ao modo intuitivo de representação, mas lida com conceitos sem exemplo, os suprassensíveis
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O conceito de Deus, por exemplo, é uma ideia pura que escapa radicalmente à intuição empírica
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Para falar do suprassensível, Kant permite um “antropomorfismo simbólico”, não dogmático
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A analogia, neste contexto, não é semelhança imperfeita entre coisas, mas perfeita entre relações
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Exemplo: representar um Estado despótico por um moinho, dada a semelhança nas relações de causalidade
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A analogia simbólica preserva a pureza do conceito, respeitando a fronteira entre fenômeno e númeno