Heidegger, ao ler as Investigações Lógicas de
Husserl, busca nelas uma compreensão do ser, mas se sente interpelado pela “constituição do vivido” que, a seu ver, obscurece a questão do ser, pois os gregos, que Heidegger toma como guia, não tinham “vivido” (Erlebnis) no sentido husserliano, mas uma relação direta com a presença do ente.