BEAINI, Thais Curi. Máscaras do Tempo. Petrópolis: Vozes, 1995.
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INTRODUÇÃO
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CAPÍTULO I — O canto divino rompe o Caos: a presença do ritmo no tempo e no espaço
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1. O som criador nos mitos: o deus primordial
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A. A acústica inerente à nomeação: Trevas-Água (som puro) e Luz (metro)
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B. Análise dos elementos de um relato mítico acerca do surgimento da Terra
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C. A Música noturna: síntese dos opostos complementares
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2. O surgimento da Música divina no reino humano
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A. A origem do canto: ritmo, ruído e movimento corporal
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B. O sacrifício sonoro: o mago cantor — instrumento musical dos deuses
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C. A Música nos ritos: eixo entre Céu e Terra; eco onde ressoa a acústica individual
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D. Êxtase e Transe: a Música enquanto movimento incorporador da divindade
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E. A diferença entre a Música Vocal no Xamanismo e na possessão
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F. O canto desprovido de palavras e a dança dos Boximanes: a sublimação da doença
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3. O advento do Homem e da indústria lítica
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A. O Big-Bang: enfoque inicial da gênese
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B. Os Hominóides e os Australopithecus
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C. O Paleolítico Inferior: características; os utensílios do Homo Habilis e Erectus
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D. O Paleolítico Médio: o Homem de Neanderthal
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E. O Paleolítico Superior: o Homo Sapiens Sapiens
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F. O Aziliano, o Mesolítico e o Neolítico
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4. O fenômeno religioso: do Paleolítico Médio ao Neolítico
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A. Os métodos e dificuldades concernentes ao enfoque da religiosidade
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B. Os ritos neandertalenses: o culto do urso, a antropofagia ritual, as sepulturas
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C. O Paleolítico Superior: os talismãs, o duplo, as máscaras e as incrustações oculares
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D. O sacrifício de vítimas no Mesolítico
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E. O Neolítico: megálitos, dólmens e menires
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5. A gênese dos instrumentos musicais
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A. A busca do ritmo e medida sonora: o trabalho, a dança
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B. A classificação dos instrumentos musicais
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C. O Rombe: a voz dos ancestrais
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D. O tambor: síntese dos opostos complementares
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E. O músico ferreiro e os alquimistas
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CAPÍTULO II — Os rituais míticos enquanto busca de circunscrição do devir
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1. A Festa enquanto ritual de renovação
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A. Similaridade entre Música e Mito
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B. A Orgia: do som ininteligível à recuperação do grito genético
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C. O sagrado e o sacrifício: mediadores entre os opostos complementares
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D. Os ritos da morte: os cultos cranianos
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E. Análise de um crânio gravado, oriundo do México
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2. A vinculação entre Arte primitiva e Espaço
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A. O significado do termo criação
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B. O sentido das pinturas primitivas
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C. A arte e os regimes diurno e noturno
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D. A arte parietal
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E. A arte mobiliária
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3. A eclosão da Linguagem como Metáfora
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A. O canto melódico: fundamento da Linguagem
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B. Linguagem, Mito e símbolo
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C. A palavra nomeadora: fulguração do Ser
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4. Os princípios constitutivos do devir: Terra, Céu, Água e Lua
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CAPÍTULO III — (título não fornecido)
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1. Dia e Noite, Memória e Esquecimento: o des-velamento-velador do Ser
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A. O regime diurno: o Sol
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B. O regime noturno: a Lua
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C. Esquecimento e Memória
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2. As máscaras do Tempo: do Chronos devorador à instauração da ordem
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A. O Tempo projetado em imagens de animais
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B. Os gregos: Chronos mutilado
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C. Zeus: o princípio instaurador da ordem
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3. Do Cosmos ao Caos: a inversão da ordem nomeadora à fragmentação dos conceitos
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A. Os gregos: o ritmo e harmonia do canto poético
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B. A passagem para a Escrita
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C. O cristianismo: a dicotomia corpo-alma
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CAPÍTULO IV — A influência da origem no pensar de Martin Heidegger
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1. O Mundo como Quaternidade
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A. Ser-no-Mundo: habitar
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B. Céu, Terra, divinos e mortais
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C. A palavra: círculo instaurador do Sagrado
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2. Héracles, Dioniso e Cristo: a reconciliação dos contrários
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3. A Linguagem enquanto Poesia originária
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A. A Linguagem grega: Poesia, Ritmo e Música
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C. Do logos à Lógica
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D. As metáforas contidas no pensar heideggeriano
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E. O nomear poético e a frase musical
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4. O retorno ao Ser enquanto origem originária
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CONCLUSÃO