Com base nessa existência dinâmica e em virtude da hiperpertença, comunidade ontológica do sujeito e do mundo, acedeu-se ao ser processual desse mundo, avançando-se em zigue-zague, próprio, segundo
Husserl, da marcha fenomenológica, indo da crítica do sujeito ao mundo, deste de volta ao sujeito como movimento, e enfim ao sentido de ser último do mundo como processo ou physis