A distinção entre trabalho produtivo e improdutivo, apesar de marcada por preconceitos, encerra a diferenciação fundamental entre obra e trabalho, pois o trabalho nada deixa atrás de si além da continuidade da vida, enquanto sua produtividade reside na força humana capaz de gerar excedente, conceito formulado de modo decisivo por Karl
Marx ao distinguir trabalho de força de trabalho [Deutsche Ideologie; Das Kapital, III, cap. 48].
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Origem da distinção nos fisiocratas e na classificação entre classes produtoras, proprietárias e estéreis.
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Critério fisiocrático baseado na criação de novos objetos a partir das forças naturais da terra.
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Característica do trabalho como atividade cujo produto é consumido quase imediatamente.
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Premência vital do trabalho ligada à manutenção da vida.
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Tendência moderna, especialmente em Karl
Marx, de tratar todo trabalho como obra.
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Introdução do conceito de Arbeitskraft como elemento original do sistema marxiano.
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Produtividade da força de trabalho voltada à reprodução da vida, não à produção de objetos duráveis.
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Possibilidade de canalização do excedente por opressão escravista ou exploração capitalista.