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Olho como espelho em que se refletem fantasmas
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Predomínio da água tersa e diáfana onde se inscrevem formas
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Necessidade de iluminação pela luz através do ar
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Ar recebe a forma das coisas e a entrega à rede externa do olho
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Transmissão até a última rede onde se encontra o senso comum
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Rede granulada como espelho entre ar e água
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Humor vítreo como porção extrema do olho
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Senso comum transmite à virtude imaginativa de modo mais espiritual
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Três ordens das formas: corpórea, espiritual no senso comum, mais espiritual na imaginação
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Imaginação torna presente sem presença da coisa externa
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Analogia do espelho de duas faces: coisa sensível, ar mediano, olho, virtude sensitiva, virtude imaginativa
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Ausência do objeto sensível implica ausência da forma no senso comum e permanência da imaginação no ato de imaginar